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Aluna do mestrado em agricultura biológica do IPVC vence prémio nacional

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 22:24,Dom, Novembro, 2017

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Eva Margarida Fernandes Garcia, aluna do Mestrado em Agricultura Biológica da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, foi a vencedora do prémio Branquinho de Oliveira 2017, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Fitopatologia (SPF), com a Dissertação intitulada: “Variabilidade genética e fenotípica de Pseudomonas syringae pv. actinidiae, agente causal do cancro da actinídea, na região de Entre Douro e Minho”.

O anúncio e atribuição do prémio 2017 a Eva Garcia, considerou entre outros aspetos a originalidade do tema, a fundamentação científica e a relevância do contributo para a área da Fitopatologia, e teve lugar no âmbito do 8º Congresso da Sociedade Portuguesa de Fitopatologia, que decorreu nos dias 26 e 27 de outubro de 2017, na Escola Superior Agrária de Santarém (http://pdp2017.webnode.pt/).

A dissertação vencedora teve orientação da Professora Doutora Maria Luísa Moura da ESA/IPVC e coorientação de Doutor Pedro Mansilla, da Estación Fitopatolóxica do Areeiro (EFA), Pontevedra. O trabalho enquadrou-se na investigação sobre a mais devastadora doença da actinídea em todo o mundo, que tem vindo a ser realizada nas duas instituições, no âmbito de protocolos de colaboração internacionais e no Programa ERASMUS, de que a aluna beneficiou

A SPF estabelece um concurso nacional destinado a distinguir o melhor trabalho final de Mestrado na área de Fitopatologia, com o fim de incentivar o interesse dos jovens pela investigação, atribuindo um prémio no valor de 1000 Euros, sendo oferecida também a inscrição e 1ª quota da SPF, assim como um Diploma da Sociedade.

Prémio Prof. Branquinho d’Oliveira

A Sociedade Portuguesa de Fitopatologia estabelece o prémio Prof. Branquinho d’Oliveira destinado a distinguir em todo o País, o melhor trabalho final de Mestrado na área de Fitopatologia. O Prof. Branquinho d’Oliveira (1904 -1983), foi um homem da ciência que se dedicou ao estudo das doenças das plantas. Desenvolveu trabalhos notáveis no âmbito da ferrugem do “Cafeeiro”. Criou o Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro e foi chefe do Departamento de Fitopatologia da Estação Agronómica Nacional.

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