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CPLP participa na bienal de Cerveira com perto de 200 jovens artistas

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 22:30,Qui, Abril, 2017

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Perto de 200 jovens artistas da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) vão participar, entre julho e setembro, na 19.ª da Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira.

“É uma grande honra ver a bienal ser alargada à CPLP. É um sonho concretizado este ano. Temos de agradecer ao Governo português por esta escolha”, afirmou o presidente Fundação Bienal de Cerveira (FBAC) e presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira.

O responsável, que falava durante a conferência de imprensa, sublinhou que esta participação representa “um reconhecimento nacional que já existe mas que, agora, ganha um maior valor ao nível internacional”.

A delegação da CPLP, que vai participar naquela bienal de arte, de 22 a 30 de julho, integra cerca de 250 elementos, sendo que 180 são jovens artistas,

A 19.ª edição vai decorrer entre julho e setembro, em Vila Nova de Cerveira, no Alto Minho, e vai expor 206 obras de 149 artistas de 26 países.

O representante da Secretaria Geral da Conferência de Ministros da Juventude e do Desporto da CPLP, Paulo Fontes, presente no encontro com os jornalistas realizado no salão nobre da autarquia, sublinhou a “centralidade artística” que o evento representa.

“O primeiro nome que nos surgiu à cabeça foi Vila Nova de Cerveira e sua bienal, não por uma política de descentralização mas sim porque reconhecemos que Cerveira goza de uma centralidade artística desde 1978, de que vamos usufruir na participação neste evento”, destacou.

Paulo Fontes disse querer “que a marca da CPLP fique em Vila Nova de Cerveira e que a centralidade artística de Cerveira seja conhecida pelos países da CPLP, que tem 140 milhões de jovens”.

“Não tenho dúvida de que vai ser uma das bienais mais bem-sucedidas da história”, reforçou.

O coordenador artístico da bienal, Cabral Pinto, adiantou que, além da pintora Paula Rego, a 19.ª edição vai homenagear ainda “o artista multidisciplinar” Ernesto de Sousa, “promotor de sinergias entre gerações de artistas da primeira e segunda metade do século XX”.

A curadoria estará a cargo da historiadora Paula Pinto e do Centro de Estudos Multidisciplinares Ernesto de Sousa (CEMES), que propõem “apresentar ao público uma abordagem inédita do artista: o estudo visual do seu trabalho fotográfico da primeira metade dos anos sessenta, enquanto ferramenta e veículo do seu pensamento”, explicou Cabral Pinto.

A participação da CPLP “tem como objetivo ser um espaço de encontro entre os jovens artistas dos nove países membros, com base nas suas perspetivas culturais reproduzidas em variadas formas de expressão”.

A 19.ª Bienal Internacional de Arte de Cerveira, com o tema “Da Pop Arte às Trans-Vanguardas, Apropriações da Arte Popular”, vai ainda prestar tributo ao escultor Jaime Azinheira (1944-2016).

O programa da mais antiga bienal de arte do país, criada em 1978, que teve o escultor José Rodrigues como um dos fundadores, incluirá representações de universidades, escolas superiores e politécnicos das áreas artísticas, artistas convidados nacionais e estrangeiros com curadorias nacionais e internacionais, espetáculos, conferências e debates, ateliês, oficinas, visitas guiadas, entre outras ações.

 

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