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Investimento de mais de 100 ME em Viana apresentado no II Encontro de Investidores da Diáspora

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 13:22,Qui, Dezembro, 2017

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Um investimento privado de mais de 100 milhoes de euros, no setor imobiliário, a concretizar em Viana do Castelo nos próximos dez anos, vai ser apresentado no II Encontro de Investidores da Diáspora que vai decorrer, na sexta-feira e no sábado, no Castelo Santiago da Barra. Os projetos foram avançados à Rádio Alto Minho pelo arquiteto Cristiano Costa, que coordena a equipa projetista responsável pelos projetos do consórcio internacional, constituído por empresas portuguesas, francesas e nórdicas.

Segundo a equipa projetista  a “totalidade o investimento em Viana do Castelo, poderá ascender a mais de 110 milhões de euros, que dará origem a um investimento indireto a rondar cerca de 200 milhões de euros, nos próximos a 10 anos”.

De acordo com a equipa projetista, “no primeiro trimestre do próximo ano começará a construção de condomínios de habitação de luxo, residências seniores, e habitação para residência permanente, num investimento de mais de 15 milhões de euros”.

Aquele projeto vai ser implementado no Parque da Cidade, em sete lotes de terreno adquiridos por dois milhões de euros à sociedade VianaPolis por duas empresas, de capitais franceses e portugueses.

Em causa estão terrenos situados junto ao rio Lima, intervencionados pela VianaPolis e colocados à venda, em 2006, por 21,6 milhões de euros mas sucessivas hastas públicas não os conseguiram negociar, apesar das várias revisões do preço base.

Em 2013, na última tentativa, o preço base ficou fixado nos 7,5 milhões de euros. Desde então, a venda ficou aberta em contínuo, aguardando por investidores interessados.

Esta área foi recuperada e infraestruturada pela sociedade VianaPolis, responsável pela execução do programa Polis de Viana do Castelo, detida em 60% pelos ministérios do Ambiente e das Finanças e em 40% pelo município.

O plano de investimentos do consórcio internacional, a apresentar durante o II Encontro de Investidores da Diáspora que, na sexta-feira e no sábado, vai juntar, em Viana do Castelo, no Forte Santiago da Barra, catorze membros do Governo, entre eles, os ministros da Economia e dos Negócios Estrangeiros, prevê ainda a construção de “um aquário/oceanário com cerca de 5.000 mil metros quadrados e uma nova marina de recreio no Parque da Cidade”.

O Parque da Cidade tem uma área de 63.199 metros quadrados de terrenos para a construção de habitação de luxo, 1.776 metros quadrados para comércio, 19.526 metros quadrados de estacionamento, além de um lote de 9.496 metros quadrados para construção de um hotel.

O projeto inclui também “um centro tecnológico para instalação de empresas do sector, um edifício de serviços intitulado “Mercado da Saúde” e ainda unidade hoteleira com cerca de 7.000 metros quadrados”.

Além daqueles projetos, “estão ainda elaborados estudos de viabilidade económica e financeira para a reabilitação e instalação de três marinas atlânticas e de recreio”.

O investimento do consórcio internacional, promovido pela GoldenConquest, com a assessoria técnica de C&C Architects de Cristiano Costa, “passa por vincular parceiros investidores para a globalidade do empreendimento, cujas negociações estão em curso há mais de dois anos”.

Em novembro, aquando da apresentação da segunda edição do Encontro de Investidores da Diáspora, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, adiantou estarem inscritos na iniciativa mais de 220 participantes, de 32 países”.

Referiu também que, além dos 14 membros do Governo, a iniciativa contará com a presença de “mais de 20 entidades estatais para ajudar potenciais investidores em Portugal”.

Promovido pelo Gabinete de Apoio aos Investidores da Diáspora (GAID) o encontro pretende constituir-se como “uma possibilidade de reencontro, de criar ‘networking’ e confiança aos que têm recursos e querem investir nas suas terras de origem e, ao mesmo tempo, que também estejam disponíveis para aceitar intenções de investimento de empresas que estão hoje sediadas em Portugal e que nunca experimentaram a internacionalização”.

 

RAM -
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