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Mais de 2.000 assinaturas em petição “Pela eliminação do pórtico de Neiva da A28”

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 15:23,Sex, Abril, 2017

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A Confederação Empresarial do Alto Minho (CEVAL) revelou hoje que a petição pública pela eliminação do pórtico de Neiva da A28, disponível online desde o dia 10, já foi assinada por 2.000 pessoas.  Em comunicado a CEVAL apela a participação de todos no sentido de serem reunidas mais 1.000 assinaturas para que a reivindicação possa chegar à Assembleia da República.

Aquele pórtico está situado à entrada de uma zona industrial de Neiva, em Viana do Castelo e é considerado um “entrave” à atividade empresarial da região.

A Petição  pode ser assinada online em www.ceval.pt ,  www.aevc.pt   ,  www.aciab.pt   ou em formato  papel , em locais onde haja um significativo fluxo de pessoas .Referimo – nos muito concretamente a todas as Câmara Municipais do Alto Minho, em todas as Juntas e Uniões de Juntas de Freguesias  do concelho de Viana do Castelo, em empresas das Zonas Industriais da região, em empresas transportadoras, no Hospital de Viana do Castelo com balcão móvel, em todas as Escolas do IPVC, em todos os Agrupamentos de Escolas do concelho de Viana do Castelo, em Bibliotecas Municipais, em diversos estabelecimentos da cidade de Viana do Castelo

A campanha  não se circunscreve só ao Alto Minho já que a CEVAL conseguiu  “a colaboração da ACB – Associação Comercial  de Braga , que  está a divulgá – la aos seus associados, e da ACIB – Associação Comercial e Industrial de Barcelos que  irá divulgá – la nos próximos dias”.

Na petição pública, que está também a circular em suporte de papel, a CEVAL, considera ser “injustificável” a manutenção do pórtico, “no momento em que decorrem ou se anunciam significativos investimentos em acessibilidades e valorização dos parques empresariais da região e em que se renovam esforços para a captação de investimento e criação de emprego”.

Além da eliminação do pórtico, a petição “exorta” ainda António Costa a incluir a autoestrada que liga Viana do Castelo ao Porto na lista de autoestradas com descontos no valor das portagens.

A CEVAL sustenta que aquela autoestrada “também reúne os requisitos elencados na portaria que atribui 15% de descontos em algumas autoestradas que constituíam as antigas SCUT (Sem Custos para o Utilizador), vias maioritariamente localizadas no interior do país e no Algarve, quer os relativos ao índice de poder de compra, quer os relativos às questões turísticas que servem de suporte à redução na A22, no Algarve”.

Os índices económicos da região do Alto Minho, “comparáveis aos do interior do País e inferiores aos da média nacional, a falta de alternativa de mobilidade e segurança da EN13 e a inexistência de um sistema ferroviário capaz e a ausência de uma política articulada de comunicação e transportes na região”, são alguns dos argumentos invocados.

“A A28 é a autoestrada que liga o Alto Minho ao Porto, servindo, assim, um território de baixa densidade com características de interioridade, com caráter transfronteiriço que também faz a ligação à vizinha Galiza”, reforça.

A CEVAL considera ainda que a não inclusão da A28 na lista de autoestradas com descontos no valor das portagens significa “uma injustiça” para o Alto Minho, “já duramente penalizado com a introdução de portagens em 2011, situação gravosa para as relações económicas, comerciais e turísticas do Alto Minho com a Galiza, que reduziu substancialmente a atividade económica nos setores do comércio, restauração e hotelaria”.

Aponta ainda que “51% das mercadorias transportadas com destino a Espanha entram através da Galiza, que 65% das mercadorias transportadas por estrada no norte de Portugal são provenientes da Galiza e que é a ponte sobre o rio Minho, entre Valença e Tui (Galiza), que tem mais tráfego diário de veículos ligeiros, reflexo da intensidade do movimento transfronteiriço”.

Foto: Associação Empresarial de Viana do Casrelo (AEVC)

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