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Viana do Castelo no ‘ranking’ dos oito municípios do norte que mais exportaram em 2016

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 11:17,Ter, Novembro, 2017

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Viana do Castelo é um dos oito municípios do norte do país que mais exportou, em 2016, ao alcançar 4,0% do valor total das exportações da região que atingiram os 20,5 mil milhões de euros, segundo o relatório Norte Estrutura hoje divulgado.

Segundo aquele documento, elaborado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a capital do Alto Minho está entre os oito municípios que representam mais de metade das exportações da região Norte.

Em primeiro lugar na lista de municípios sede das empresas mais exportadoras está Vila Nova de Famalicão, com 9,5% das exportações de 2016.

Seguem-se no ‘ranking’ os municípios da Maia, com 7,1% das exportações da região, Guimarães e Vila Nova de Gaia, ambos com 6,8% das exportações, Santa Maria da Feira com 6,4%, Braga com 5,4% e Porto com 5,1%.

Estes oito municípios, que concentram 51,5% das exportações da região, situam-se no litoral da região.

Àqueles oito juntam-se dez municípios cujas empresas asseguraram entre 4,0% e 2,0% do total de exportações do Norte, nomeadamente: Oliveira de Azeméis (4,0%), Felgueiras (3,9%), Matosinhos (3,7%), Barcelos (3,5%), São João da Madeira (3,4%), Vila do Conde (3,1%), Santo Tirso (3,0%), Bragança (2,9%), Vila Nova de Cerveira (2,5%) e Trofa (2,1%).

Só em 2016, as empresas com sede na região do Norte exportaram mercadorias no valor global de 20,5 mil milhões de euros e realizaram importações no montante de 14,7 mil milhões de euros, gerando um excedente de cerca de 5,8 mil milhões de euros, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística referidos no relatório.

Ainda segundo o documento da CCDR-N, após a crise internacional de 2008 e 2009, a atividade exportadora do Norte “foi capaz de reagir muito rapidamente e desde então tem registado uma trajetória de crescimento continuado”, à taxa média de 5,9% ao ano entre 2013 e 2016.

O Norte tem, assim, “visto reforçada a sua importância enquanto principal plataforma regional de internacionalização da economia portuguesa, pela via do comércio de bens”, sendo a Espanha o principal parceiro comercial da região no comércio internacional de mercadorias.

Em termos de produtos, a fileira têxtil-vestuário dominou o perfil exportador da região, sendo responsável por quase um quinto do valor total de exportações. Seguem-se produtos da fileira automóvel, máquinas e aparelhos e produtos da fileira florestal.

Sapatos de couro, pneus, t-shirts, rolhas de cortiça, bancos de automóvel e escapes para automóvel são os produtos característicos mais exportados pelas empresas do Norte, destacando Freire de Sousa que “a área automóvel e material de transporte tem um peso muito significativo na exportação nacional”, sendo que este setor “ corresponde a 17% das exportações do Norte”.

No próprio relatório lê-se que “a totalidade das quatro sociedades mais exportadoras da região do Norte em 2016 [Continental Mabor, Bosch Car Multimedia, Faurecia – Sistemas de Escapes e Faurecia – Assentos de Automóvel] são empresas industriais que produzem e exportam produtos da fileira automóvel.

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