Benjamin Clementine atua a 26 de março no Centro Cultural de Viana do Castelo
05 Dezembro 2017, 14:29
O músico inglês Benjamin Clementine vai atuar, no dia 26 de março no Centro Cultural de Viana do Castelo. O concerto de Viana tem início marcado para as 22:00 e os bilhetes custam 20 euros. Os bilhetes serão colocados à venda sexta-feira, 08 de Dezembro, nos locais habituais.
Benjamin Clementine esteve este verão no festival de Paredes de Coura, onde antecipou – acompanhado de um coro e num registo mais teatral – alguns dos temas daquele álbum, que na altura não tinha ainda sido ainda editado.
A nova digressão, intitulada “The Wandering tour”, contará com atuações a 26 de março no Centro Cultural de Viana do Castelo, no dia 27 no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz e no dia 29 no Campo Pequeno, em Lisboa.
“I tell a fly”, segundo álbum de Benjamin Clementine, é apresentado pelo músico como uma continuação de “At least for now”, o premiado registo de 2015 que lhe deu reconhecimento público e que, no caso de Portugal, lhe garantiu uma legião de fãs.
Na página oficial, Benjamin Clementine garante que não é “político nem profeta”, apenas um artista que interpreta o seu tempo, em canções como “Phantom of Aleppoville” e “By the ports of europe”, incluídas em “I tell a fly”.
“I Tell A Fly” foi concebido enquanto peça de teatro, mas acabou por transformar-se no segundo longa-duração de Benjamin Clementine. Agora, em palco, Benjamin Clementine dá voz e corpo a todas as dimensões que imaginou para a sua obra, em que o dramaturgo encontra o músico e compositor.
Vencedor do Mercury Prize em 2015, Benjamin Clementine é aclamado como o talento da sua geração, representando, na contemporaneidade, a herança artística de génios como Nina Simone, Brel ou Edith Piaf. “I Tell A Fly” traz uma nova reflexão; enquanto o primeiro trabalho se debruçava sobre a intimidade e a sua experiência de vida, este novo disco projecta-se no mundo e na visão de Clementine sobre ele. O conceito nasceu com a chegada do artista aos EUA, onde os serviços de emigração lhe concederam um visto que o classificara como “alien de capacidades extraordinárias”. Após estranhar, Benjamin tomou inspiração para compor um álbum sobre temas actuais como o Brexit ou o drama dos refugiados





















