Prédio Coutinho: José Maria Costa espera decisão rápida do tribunal para aproveitar fundos comunitários
10 Maio 2018, 20:45
O presidente da Câmara de Viana do Castelo espera que a decisão da justiça sobre a providência cautelar movida pelos últimos 14 moradores do prédio Coutinho seja tomada em “tempo útil” para poder aproveitar os fundos comunitários previstos para a construção do novo mercado municipal, no local hoje ocupado pelo edifício.
“Espero, sinceramente, que esta decisão seja tomada em tempo útil por forma a que possamos construir o novo mercado municipal e aproveitar ainda este quadro comunitário para a comparticipação financeira que também está integrada no Plano Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU)”, afirmou José Maria Costa.
O processo de “desconstrução” do edifício está suspenso desde janeiro a aguardar decisão judicial da providência cautelar movida pelos últimos 14 moradores do prédio Coutinho.
O prédio de 13 andares, que já chegou a ser habitado por 300 pessoas, está situado em pleno centro histórico da cidade e tem demolição prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, para ali ser construído o novo mercado municipal.
Esta quinta-feira, final da reunião camarária, em declarações aos jornalistas, José Maria Costa disse que a sociedade VianaPolis já apresentou a resolução fundamentada”.
“Estamos a aguardar a decisão para podermos reiniciar o processo de desconstrução”, referiu, sublinhando: “Esperamos que a decisão seja para breve. Para nós o ideal é que fosse já amanhã, mas percebemos que a justiça tem o seu ‘timming’ e os seus próprios procedimentos internos”.
José Maria Costa reiterou a importância da construção do novo mercado municipal, considerando ser “essencial para a revitalização socioeconómica e cultural do centro histórico da cidade”.
“É uma peça essencial do Plano de Pormenor do Centro Histórico(PPCH) tem no novo mercado o seu centro nevrálgico”, reforçou.





















