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Um morto, 26 feridos e dezenas de desalojados em explosão em armazém de Tui

Rádio Alto Minho

23 Maio 2018, 19:18

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A explosão de hoje numa fábrica de pirotecnia em Tui causou hoje um morto, 26 feridos, 19 adultos e sete crianças, alguns com gravidade, e vários desalojados.

A informação foi avançada aos jornalistas, no local, pelo vice-presidente da Junta da Galiza.

Alfonso Rueda adiantou que alguns dos feridos estão a ser canalizados para o Centro de Saúde de Tui e que os técnicos de explosivos da Guardia Civil estão a avaliar a zona onde “havia muito material pirotécnico”.

Disse também que estão a ser encontradas soluções para os desalojados em várias unidades hoteleiras e que o acolhimento aos feridos está a ser feito na Casa Cultural de Guillarei, em Tui.

Segundo comunicado da Junta da Galiza, “os serviços de emergência deslocaram-se esta tarde ao lugar de Paramos, em Tui, depois de se ter registado uma explosão de material pirotécnico”.

“Até ao momento está confirmada a morte de pelo menos uma pessoa e mais de dez feridos, que já foram transferidos aos centros hospitalares e há várias casas afetadas”, acrescenta o documento segundo o qual a Junta “ativou o Plano Territorial de Emergências no nível I e a assistência recíproca inter-regional através do ARIEM”.

Para o local foram acionados bombeiros de Morrazo, Ribadumia, Baixo Miño e Valença, assim como as polícias locais de Porriño e Tui, helicópteros e várias ambulâncias.

O comandante dos bombeiros de Valença disse que a Guardia Civil espanhola está a criar um perímetro de segurança em torno do armazém de pirotecnia em Tui, onde hoje ocorreu uma explosão, por suspeitar da existência de mais material por rebentar.

Segundo o comandante Miguel Lourenço, estas informações foram dadas pela Guardia Civil e a corporação que comanda está neste momento a “atacar pequenos focos de incêndio que surgiram na sequência da explosão”, nas proximidades do armazém.

O comandante disse que entre 15 a 20 casas ficaram totalmente destruídas com a explosão em Tui que foi sentida “num raio de seis/sete quilómetros”.

De acordo com o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, às 15:26 foram acionados os bombeiros voluntários de Valença, no total de 13 operacionais e cinco viaturas para apoio aos meios espanhóis que se encontram no terreno.

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