A AIMInho, que detinha um pavilhão de exposições, no Campo da Agonia, em Viana do Castelo, tem uma dívida superior a 12 milhões de euros, sendo os dois maiores credores a Caixa Geral de Depósitos, que votou favoravelmente o plano de recuperação apresentado, e o Novo Banco, que “chumbou” a proposta, levando aquele tribunal a declarar o fim da instituição.
Segundo o advogado da AIMInho, Hélder Gandarão Oliveira, “de imediato vão para o desemprego cinco pessoas”, sendo que aquela associação já teve mais de 30 trabalhadores.
Na ata da sessão de credores hoje realizada , o representante da AIMInho fez questão de que constasse a “profunda tristeza” da associação pela decisão dos seus credores, salientando o “empenho e esforço” da comissão executiva para que fosse outro o desfecho do processo e apontou o dedo ao Estado português, ao qual atribuiu a “situação de exceção” da AIMinho.
O advogado referiu depois que o Estado deve à AIMInho “uns largos milhares de euros” que dariam para “equilibrar as contas” da associação.
Foto: PressMinho