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Perfil ambiental de Viana do Castelo vai começar a ser traçado em 2019

Rádio Alto Minho

25 Outubro 2018, 10:46

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Traçar o perfil ambiental de Viana do Castelo é o objetivo da parceria que a Câmara Municipal acaba de constituir com o Instituto Politécnico e a Universidade do Minho , num projeto a candidatar em 2019 a fundos europeus.

Segundo o presidente da Câmara, José Maria Costa o objetivo do grupo de trabalho, designado Assinatura Ambiental da Cidade, que integra o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e o Centro de Território, Ambiente e Construção (CTAC) da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMINHO), em Braga, é garantir “fundamentação científica” a um projeto de “inventariação e monitorização das condicionantes ambientais da área urbana da cidade” que permita ao poder político “avaliar ou até reorientar algumas políticas públicas, por exemplo relacionadas com o urbanismo”.

O projeto prevê a criação de uma plataforma digital, explicou, que “irá permitir o acesso dos cidadãos à informação ambiental recolhida, quer do ponto de vista da qualidade do ar, da água, do ruído e das infraestruturas viárias, entre outros indicadores”.

José Maria Costa especificou que, “até ao final do ano, a comunidade científica irá elaborar a grelha de indicadores ambientais a aferir para que, no próximo ano, o projeto Assinatura Ambiental da Cidade possa ser submetido à reprogramação dos fundos comunitários”.

“Está prevista a aquisição de um conjunto de equipamentos necessários às medições, em tempo real, à inventariação e à monitorização das condicionantes ambientais da cidade”, explicou o autarca socialista.

O objetivo daquela “avaliação integrada, com duração de vários anos, é conhecer a evolução ambiental da cidade, projetar e monitorizar os indicadores da qualidade do ar, do ruído, das infraestruturas e dos sistemas urbanos, mas também o impacto das transformações urbanas realizadas na cidade na qualidade de vida das populações”.

“Neste momento o que se está a constituir é um conceito, e daí a importância da componente científica garantida pela Universidade do Minho de Braga e pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo. A nova metodologia de trabalho cientificamente recomendável que daí resultar será importante até para futuros projetos ambientais que venhamos a desenvolver, nomeadamente, no âmbito das alterações climáticas”, concluiu

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