Segundo a autarquia, o Acordo de Gestão “permitirá ao município avançar com uma intervenção, enquanto dono da obra, sendo a mesma financiada em cerca de 400 mil euros pela IP”.
“O projeto em causa prevê o tratamento de travessia urbana, incluindo reordenamento de acessos e reformulação de interceções, através da construção de duas rotundas de forma a reduzir a velocidade de circulação automóvel, promovendo-se, de uma forma articulada com a intervenção já adjudicada pelo município relativa às ciclovias e vias pedonais da envolvente urbana, uma maior segurança para o peão”, sustentou a Câmara de Ponte de Lima.
Na nota hoje enviada à imprensa, a autarquia liderada por Victor Mendes (CDS) referiu que “são promovidas, através de ambos os projetos, as condições de sustentabilidade ambiental, de fluidez de tráfego e segurança da circulação, esperando-se que estas medidas possam efetivamente permitir uma redução dos registos de sinistralidade verificados nesta via”.
No documento, a autarquia sublinhou que a sinistralidade rodoviária na Via Foral de D. Teresa (designação daquele troço da estrada), “continua a ser uma das principais preocupações do município no que diz respeito à segurança rodoviária no concelho”.
“A via em causa é um dos principais acessos à vila de Ponte de Lima, integrando uma malha urbana plenamente consolidada, onde se localizam diversos espaços e equipamentos públicos educativos e desportivos, bem como estabelecimentos de comércio e de serviços”, explicou.