O autarca socialista deu ainda conta de alguns indicadores que atestam a notoriedade que o evento está a atingir. Como exemplo apontou “os mais de 100 órgãos de comunicação social que acompanharam a edição 2018, com mais de 150 jornalistas e quase mil notícias produzidas”.
Miguel Alves referiu que, “em relação ao tempo que o festival ocupou nas transmissões em direto nas televisões, a organização contabilizou 14 horas, o que equivale a um investimento que, se tivesse de ser pago, significaria cerca de 10 milhões de euros”.
O presidente da Câmara de Caminha sublinhou que “o interesse dos media permitiu aumentar a visibilidade do festival em cerca de 64%, facto que atraiu novos patrocinadores e conduziu a um orçamento que este ano, continuará a subir, permitindo trazer também mais bandas”.
Os norte-americanos Prophets of Rage, os britânicos Skunk Anansie e Fischer-Z e os portugueses Linda Martini são os primeiros nomes confirmados para o festival de música de Vilar de Mouros de 2019.
O festival, que na edição passada recebeu mais de 30.000 espetadores, decorre de 22 a 24 de agosto.
A edição de 2019 conta com a banda portuguesa Linda Martini, formada em 2003, que lançou este ano o seu mais recente álbum, sob nome próprio.
Marca também a estreia portuguesa dos Prophets of Rage, formados em 2016, com membros dos Rage Against the Machine, Public Enemy e Cypress Hill.
Os britânicos Skunk Anansie, liderados por Skin, regressam ao palco de Vilar de Mouros, depois da presença em 2000.
Os veteranos Fischer-Z, um dos nomes da New Wave, no Reino Unido, no final da década de 1970 – que já atuaram por diversas vezes em Portugal -, encerram o primeiro lote de nomes anunciado para Vilar de Mouros.
Além dos concertos, o festival conta com outras atrações, como espetáculos de rua.
O Vilar de Mouros, com raízes na década de 1960 e a primeira edição a remontar a 1971, com Elton John e Manfred Man, é patrocinado pela EDP, que dá nome ao festival.