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Entregues primeiras de mais de 200 mil árvores que vão ser oferecidas aos Vianenses

Rádio Alto Minho

02 Abril 2019, 14:05

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O vereador do Ambiente na Câmara Municipal de Viana do Castelo, Ricardo Carvalhido entregou, hoje, nos viveiros municipais, as primeiras de mais de 200 mil árvores autóctones que , este ano, vão ser disponibilizadas a proprietários de terrenos florestais, para promover e incentivar uma gestão florestal baseada em espécies arbóreas mais resilientes aos fogos florestais.

Ricardo Carvalhido explicou que as árvores que o município está a disponibilizar destinam-se a “reforçar” as faixas de gestão de combustível para proteger “os aglomerados populacionais, edificados isolados e rede viária florestal, num total de 2222 hectares) definidos no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios”.

“Não queremos só que os proprietários façam a limpeza dos seus terrenos, mas que plantem espécies arbóreas mais resilientes, mais diversificadas e nativas, criando cortinas contra a progressão dos incêndios”, esclareceu.

O regulamento do programa Reflorestar com Identidade indica que as árvores autóctones serão disponibilizadas nas instalações do Gabinete Técnico Florestal (GTF) do Município de Viana do Castelo, localizado no Mercado Municipal. As espécies a disponibilizar gratuitamente serão castanheiros, sobreiros, medronheiros, carvalhos e pinheiros-mansos ou outras.

Cada proprietário poderá candidatar-se a um limite máximo de uma árvore por cada 30 metros quadrados, até um máximo de 300 plantas, ficando obrigado a assegurar a necessária manutenção.

“O objetivo não é dar por dar. Queremos fazer algo bem feito pela floresta”, frisou Ricardo Carvalhido.

O período de entrega das espécies autóctones aos proprietários florestais será efetuado em épocas do ano com menor incidência de calor, em virtude de serem estas as mais indicadas às plantações florestais, ou seja, até fim de abril e a partir de 1 de outubro.

As árvores destinam-se apenas a propriedades localizadas em Faixas de Gestão de Combustíveis, nomeadamente as de proteção aos aglomerados populacionais, edificados isolados e rede viária florestal, definidas no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, dos quais os proprietários devem fazer prova da localização e da titularidade.

“Não queremos só que os proprietários façam a limpeza dos seus terrenos, mas que plantem espécies arbóreas mais resilientes, mais diversificadas e nativas, criando cortinas contra a progressão dos incêndios”, esclareceu o vereador do Ambiente.

O programa Reflorestas com Identidade acontece no âmbito do Ano Municipal para a Recuperação da Floresta Nativa Portuguesa, iniciativa enquadrada na Estratégia Municipal para a Conservação da Natureza (Agenda do Ambiente e da Biodiversidade para o quadriénio 2017-2021).

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