O documento, apresentado no período antes da ordem do dia da reunião ordinária do executivo municipal, “exige a adoção de medidas de reforço dos meios do Estado para desenvolver uma verdadeira política de defesa da natureza, colocando a riqueza natural do país ao serviço do povo e do desenvolvimento nacional”.
A moção reclama ainda “o desenvolvimento de alternativas energéticas de domínio público, o reforço do investimento no transporte público no sentido da sua gratuitidade e alargando a sua oferta em detrimento do transporte individual, o investimento na investigação e desenvolvimento com vista à diminuição da dependência de combustíveis fósseis e a defesa da produção local”.
O documento, que recolheu a unanimidade do executivo municipal da capital do Alto Minho, liderado pelo socialista José Maria Costa, “exige igualmente o reforço dos meios financeiros das autarquias para poderem prosseguir e melhorar a sua intervenção nas questões ambientais, no quadro das suas competências” e “insta o município a prosseguir e a intensificar as ações, medidas e projetos que contribuam para prevenir causas que estão na origem de alterações climáticas”.