Além daquela ação, os últimos moradores começaram a ser ouvidos, este mês, no âmbito de uma queixa-crime interposta a 27 de junho pela sociedade, por “ocupação ilegal de bem público”.
Maria José da Ponte, uma das últimas moradoras no prédio, disse que vai ser ouvida dia 23 de janeiro, desconhecendo se todos os vizinhos já foram notificados pelo tribunal.
“Vamos reunir com o nosso advogado na primeira quinzena de janeiro para preparar a melhor defesa para este ataque”, referiu.
Em junho, a VianaPolis iniciou o despejo “de seis frações”, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) que declarou improcedente a providência cautelar movida em março de 2018.
No entanto, aqueles moradores recusaram sair e, em julho, o mesmo tribunal aceitou uma nova providência cautelar e suspendeu os despejos e a desconstrução do edifício.
Foto: Rádio Alto Minho