Canoegem: Fernando Pimenta conquista duas medalhas na III Taça do Mundo
07 Junho 2016, 14:32
Fernando Pimenta conquistou duas medalhas na III Taça do Mundo e foi uma das grandes figuras em destaque na seleção nacional de canoagem.
Na prova mundial que decorreu entre 3 e 5 de junho no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, Coimbra, o atleta do Clube Náutico de Ponte de Lima obteve, no sábado, a medalha de bronze em K1 1000 metros, numa regata dominada pela República Checa, com Josef Dostal e Jakub Spicar a terminarem em primeiro e segundo lugares.
No domingo, numa prova “espetacular e empolgante”, Fernando Pimenta foi batido ao sprint pelo australiano Kenny Wallace, depois de ser obrigado a recuperar várias posições devido a um toque.
Integrado na embarcação nacional de K4 1000 metros, Fernando Pimenta contribuiu para a otenção do quarto lugar final naquela categoria, onde Portugal mostrou estar a evoluir e a caminhar no rumo certo para atingir o grande objetivo da temporada de chegar ao Jogos Olímpicos deste ano, no Rio de –janeiro, Brasil.
No processo de preparação para a olimpíada, Fernando Pimenta continua a trabalhar juntamente com o técnico Hélio Lucas, sendo que a conquista das medalhas nas provas internacionais são fundamentais par aferir o resultado do trabalho do atleta limiano e comparar a performance com a concorrência.
Na III Taça do Mundo esteve ainda integrado na formação nacional Duarte Lacerda, que na prova de C1 5000 metros obteve o quinto lugar entre a elite mundial. Um bom resultado para o canoísta limiano que é especialista em maratona e não em velocidade.
No primeiro dia de prova esteve em ação Hugo Figueiras, em conjunto com Igor Pinho. A dupla chegou às semi-finais de K2 200 metros, terminando em quarto lugar, uma posição que deixa bons indicadores em relação ao futuro, tendo em conta a juventude de ambos.
Ainda Beatriz Barros, jovem atleta limiana de apenas 16 anos, foi nona classificada na final de C1 200 metros femininos.
No mapa das medalhas, Portugal ficou em terceiro lugar, com sete medalhas, atrás das grandes potências mundiais Polónia e Alemanha.






















