Casal que praticou relações sexuais em Paredes de Coura indiciado por abuso sexual de menores
15 Junho 2016, 17:58
O processo do casal que foi filamdo a praticar relações sexuais na praia fluvial do Taboão, em Paredes de Coura, na presença de uma criança de seis anos foi classificado como abuso sexual de menores e entregue ao tribunal de Viana do Castelo.
Fonte judicial contactada pela RAM disse que “o inquérito, que envolve dois arguidos, indiciados por abuso sexual de menor, corre no Ministério Público de Viana do Castelo, aguardando-se a conclusão da investigação, a cargo da Polícia Judiciária (PJ) de Braga”.
A mesma fonte adiantou que “o casal não será presente a um juiz daquele tribunal, para primeiro interrogatório judicial, uma vez que já foram ouvidos na PJ”.
Na terça-feira a PJ informou que “já há arguidos” no processo mas escusou-se, no entanto, a adiantar quem são.
“Já foram ouvidos alguns intervenientes, já foi analisado o vídeo entretanto publicado na internet e a investigação continua, com outras diligências”, acrescentou.
A mulher “apanhada” na gravação vive em Guimarães, sendo a criança que se encontrava no local a sua filha mais nova, de 6 anos.
Fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo afirmou que “o caso ocorreu no sábado, na praia fluvial do Taboão, em plena luz do dia e foi filmado por populares que divulgaram o vídeo das redes sociais”.
Segundo aquela fonte, “o caso foi participado à GNR por uma pessoa de Sines que viu o vídeo nas redes sociais e ligou para o posto de Paredes de Coura”.
“Comprovada a veracidade dos factos denunciados”, e pelo facto de “conterem matéria criminal, a GNR levantou o auto de notícia e participou o caso à PJ, por envolver uma menor e por o vídeo ter sido divulgado na internet”, adiantou aquela fonte.
As imagens têm suscitado polémica nas redes sociais, pelo facto de a criança estar junto ao casal enquanto este, alegadamente, praticava relações sexuais.
Fonte da PJ disse que os autores do vídeo e da sua publicação na Internet, por sua vez, poderão ter de responder por crimes de devassa da vida privada e de gravações ou fotografias ilícitas.





















