Viana faz minuto de silêncio pelas vítimas na Galiza em protesto contra portagens
09 Setembro 2016, 15:34
O protesto contra as portagens na A28, realizado hoje junto ao pórtico de Neiva da A28, em Viana do Castelo, promovido pelos empresários da região, começou com um minuto de silêncio pelas vítimas do acidente ferroviário na Galiza”.
A iniciativa, explicou a organização, a cargo da Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) realizou-se de forma “mais contida”, como forma de solidariedade para com as famílias das vítimas do descarrilamento do comboio “Celta” na localidade galega de O Porriño (Pontevedra). Aquele que faz a ligação internacional entre o Porto e Vigo.
A organização justificou “uma ação mais cometida” pelo facto de “envolver as mesmas entidades que desde 2011 têm lutado por aquela ligação ferroviária e pela modernização da Linha do Minho”.
“Lamentamos profundamente este trágico acidente que já vai com algumas vítimas mortais”, afirmou o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e ex-líder da associação Eixo Atlântico, José Maria Costa.
O socialista, que é também presidente da Câmara de Viana do Castelo apresentou “condolências às famílias enlutadas”, recordou que a “luta” de autarcas e empresários da região pela modernização daquela linha começou em 2011 por considerarem que “cumpre um papel muito importante”.
“Infelizmente este acidente vem reforçar o que dizíamos. É necessário modernizar a Linha do Minho. Para além da modernização do material circulante, que é preciso ser mais novo, estão também as condições de segurança. Constava no projeto de modernização ter um sistema de segurança mais moderno e mais eficaz”.
José Maria Costa expressou “uma palavra de grande sentimento e de condolências aos nossos irmãos da Galiza”.
“É um dia muito triste para nós mas esperamos que, depois desta tragédia, haja, de facto, uma aceleração do que todos pretendemos. Que rapidamente esta via seja modernizada, eletrificada e que tenha melhores condições de segurança para todos os que a utilizam”, referiu.





















