Requalificação de duas escolas de Viana vai custar entre “seis a sete” milhões de euros
15 Setembro 2016, 19:18
A Câmara de Viana do Castelo aprovou esta quinta-feira, por unanimidade, o acordo de colaboração com o Ministério da Educação que vai permitir a realização de “obras de grande envergadura” em duas escolas do concelho, num investimento que rondará os “seis a sete milhões de euros”.
“Esperamos apresentar a candidatura das obras na escola Frei Bartolomeu do Mártires no mês de outubro e lançar também o concurso público para a sua execução. Também em outubro vamos começar a trabalhar no projeto da escola de Barroselas por que, no início de próximo ano, possamos lançar o concurso para a sua reabilitação”, disse o presidente da Câmara, José Maria Costa, no final da reunião ordinária da autarquia.
O autarca socialista sublinhou que o acordo hoje aprovado em reunião de Câmara integra um conjunto de nove assinados, na segunda-feira, em Paredes de Coura, pelo ministro da Educação e por outros tantos autarcas do Alto Minho.
No caso de Viana do Castelo, o acordo de colaboração garantiu cinco milhões de euros para as empreitadas das duas escolas “prioritárias” do concelho, sendo que, segundo José Maria Costa, a obra “mais pesada e de maior envergadura” está prevista para EB 1,2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires.
“São intervenções, de facto, muito importantes, necessárias, e que finalmente vamos poder concretizar-se com este acordo em que há uma garantia expressa do Ministério da Educação de que 50% da componente nacional está garantida através da publicação em Diário da República de um despacho com as verbas respetivas”, frisou.
Em causa está a intervenção na EB 1,2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires, no centro da cidade, na Escola EB 2,3 de Barroselas, na margem esquerda do rio Lima.
A intervenção na EB 1,2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires, no centro da cidade, está prevista desde 2011 por se encontrar, segundo o município, em “péssimas condições”.
Na margem esquerda do rio Lima, em Barroselas a Escola Básica e Secundária, com mais de 600 alunos também aguarda uma intervenção de fundo desde 2011 para travar as infiltrações de água nas salas de aula, problema que se acentua a cada inverno.
As obras, classificadas como urgentes, chegaram a estar previstas para a fase IV da Parque Escolar, antes de 2011, mas acabaram por nunca sair do papel, com a suspensão daquele programa de requalificação dos edifícios escolares.





















