“Qualquer dano que ocorra, iremos responsabilizar, de imediato, e entrar com todas as providências para responsabilizar quem tenha de ser responsabilizado, chegando ao Tribunal dos Direitos Humanos se assim for necessário”, afirmou Magalhães Sant’Ana.
O advogado dos moradores do edifício Jardim afirmou que “os decisores destes atos de desocupação pela interrupção dos fornecimentos de águas, gás e eletricidade sabem que as pessoas que ocupam as frações podem correr riscos de acidentes, de saúde e de que o estado de higiene é precário”.
Em declarações aos jornalistas, na via pública, em frente ao edifício, Magalhães Sant’Ana, que desde manhã tem entrado e saído do edifício Jardim para manter reuniões com os últimos moradores, distribuídos pelos dois blocos do imóvel, garantiu que “há pessoas a precisar de cuidados de saúde”.
“Na medida do possível, tenho levado a medicação que me tem sido entregue pelos familiares, pontualmente tem sido facilitada a entrada de um ou outro familiar, mas as instruções que têm é de não deixar entrar ninguém. As instruções que têm é para entrar em contacto com a VianaPolis e a VianaPolis decidirá caso a caso”, especificou.
O advogado disse ter solicitado à VianaPolis que fosse restabelecido o fornecimento de água, ao que sociedade respondeu “não ser impossível”.