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AEVC investe 400 mil euros para internacionalizar empresas do Alto Minho

Andrea Cruz

19 Junho 2018, 13:22

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O presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), Luís Ceia anunciou hoje um investimento 400 mil euros, em dois anos, num projeto de apoio à internacionalização de empresas do Alto Minho e de captação de investimento para a região. A metalomecânica, construção civil e energia são setores “alvo de intervenção” do projeto Export Improving Minho que a AEVC, que representa cerca de 2.000 empresas, vai realizar junto dos mercados de Marrocos, Argélia, Gana e Irão em data ainda a anunciar.



“Os destinos foram escolhidos em função dos setores que estão, neste momento, mais pujantes na região porque são também, no fundo, aqueles que se enquadram com as regiões que pretendemos visitar onde há carências nestes setores da metalomecânica, construção civil e energia”, explicou o presidente da AEVC, Luís Ceia.

O responsável, que falava em conferência de imprensa para o lançamento daquele programa de promoção internacional dos setores-chave da economia regional, financiado por fundos do Norte 2020, referiu que o objetivo passa por “convidar os ‘players’ mais interessantes nestas áreas que tenham interesse na região e realizar ações inversas, trazendo-os ao Alto Minho no sentido de proporcionar contactos com o que de melhor a região tem”.

“A ideia é que daqui resultem mais negócios e que esta capacidade exportadora e de captação de investimento do Alto Minho aumente ainda mais do que tem aumentado nos últimos anos”, explicou, adiantando que “as missões inversas a realizar ao abrigo deste projeto serão direcionadas para instituições representativas do tecido empresarial daqueles quatro países”.

Segundo Luís Ceia, “o Alto Minho tem dados de exportação que correspondem a mais de 40% do seu Produto Interno Bruto (PIB), mais do que média nacional”.

“É um reflexo dos investimentos que têm sido feitos e da carência de mão-de-obra que há na região e, quando isso assim acontece, significa que a região está preparada para exportar e para procurar novos mercados e para a captação de novos investimentos”, sustentou.

Luís Ceia referiu ainda dados oficiais que apontam “o Alto Minho como a região do norte do país com maior índice de captação investimento do Portugal 2020, cerca de 267 milhões de euros, o que representa mais 70% do que em igual período do quadro comunitário anterior”.

O Export Improving Minho “irá aprofundar as linhas estratégicas de internacionalização para as fileiras mais relevantes do Alto Minho, e simultaneamente estabelecer relações de cooperação e inteligência de Mercado, em quatro países considerados “alvo” neste esforço de desenvolvimento internacional no Gana, Argélia, o Marrocos e Irão.



Já Inês Medina, da empresa de consultoria KWL, explicou que o projeto integra seis ações, sendo que a primeira passa pela realização de um estudo estratégico de exportação do Alto Minho, “que vai permitir perceber as potencialidades exportadoras da região”.

Um seminário de apresentação daquele estudo, “a produção de estudos de mercado dos quatro países “alvo” do projeto e a constituição de um clube exportador Alto Minho que resulte “numa rede de ‘networking’ com especialistas dos países alvo”, são outras das ações previstas na iniciativa com conclusão prevista para setembro de 2019.

A realização de ‘workshops’ de capacitação para a internacionalização e um seminário de encerramento são outras das iniciativas integradas no projeto.

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