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Alvarães inicia sábado projeto de criação de praça pública com 20 mil metros quadrados

Andrea Cruz

11 Outubro 2019, 16:59

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A demolição, este sábado, do antigo edifício do sindicato dos cerâmicos de Alvarães, desativado há cerca de duas décadas, vai dar início ao projeto de criação de uma praça pública, com 20 mil metros quadrados, na freguesia de Alvarães, Viana do Castelo, dotada, entre outras valências, de unidade de saúde.

A demolição do edifício está marcada para as 10:00, com a presença prevista do presidente da autarquia da capital do Alto Minho.

Num investimento estimado em cerca de dois milhões de euros, a praça pública da vila de Alvarães vai, segundo o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Martins, criar uma “centralidade inexistente”, garantindo “maior proximidade e bem-estar” da população.

De acordo com o autarca, o projeto, a concretizar nos próximos cinco anos, e “há muito ansiado pela vila”, prevê a construção de um “centro cívico que poderá integrar a nova Unidade de Saúde Familiar (USF) já prevista pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte”.

“Na proposta feita pela Junta de Freguesia à Câmara de Viana do Castelo, o centro cívico terá creche, lar, centro de dia, farmácia, sede da junta de freguesia, capela mortuária, cemitério e sede do grupo folclórico e a extensão de saúde”, especificou.

Este sábado, vai ser dado o “primeiro passo” para a concretização do projeto, com a “demolição do antigo edifício do sindicato dos cerâmicos de Alvarães desativado há cerca de duas décadas, que a Câmara de Viana do Castelo comprou à estrutura sindical por 80 mil euros”.

Com a demolição da sede antiga do sindicato dos cerâmicos, o executivo “vai solicitar à estrutura sindical a cedência do espólio/arquivo dos trabalhadores cerâmicos de Alvarães para que aquele material seja integrado no futuro museu cerâmico de Alvarães”.

Para completar os 20 mil metros quadrados de área total da futura praça pública de Alvarães, faltam ainda, “mais duas frações”, com cerca de 800 metros quadrados.

“Essas duas frações estão a ser negociadas entre o município e os proprietários, mas já foi feita a declaração de utilidade publica para expropriação”, especificou Fernando Martins.

Segundo o autarca “parte dos terrenos já adquiridos, no valor de 200 mil euros, servirão para criar zonas de estacionamento e para acolher a feira quinzenal” da vila.

Na envolvente do centro cívico vai ainda nascer uma praça central, com um parque infantil e um polidesportivo.

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