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Amélia, o negócio sobre rodas que leva gelados artesanais às ruas de Ponte de Lima

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 16:13,Ter, Maio, 2018

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Chama-se Amélia, a APE 50 Piaggio, adaptada por uma empresa da especialidade, que levou às ruas de Ponte de Lima o conceito de venda de comida ambulante.  A  carrinha de gelados artesanais produzidos por uma ‘designer’ e um engenheiro agrónomo quer ir ao encontro de uma tendência a conquistar cada vez mais clientes.

“O conceito de foodtrucks já não é uma novidade nas grandes cidades mas pareceu-nos que, em Ponte de Lima, havia espaço para apostar num negócio de rua. Os gelados foram a escolha natural por ser um produto fácil de fazer chegar às pessoas”, explicou Rita Novo.



O projeto “Amélia Gelados e Café” começou a rodar em Ponte de Lima em setembro de 2017, “só aos domingos e feriados”.

Este ano, o negócio do casal Rita e Pedro, de 35 e 40 anos, respetivamente, “vai crescer e empregar jovens que garantam mais dias de funcionamento durante o verão”.

“O negócio está a crescer e nós a crescer com ele. Este vai ser o verão mais forte desde que lançamos o conceito. Podemos ter de aumentar a produção e investir numa nova máquina de gelados”, explicou Rita.




Rita e Pedro trabalham, mas decidiram apostar neste tipo de negócio como um “complemento e por não existir obrigatoriedade”.

“Começamos com a licença para trabalhar aos domingos e feriados mas quando as condições meteorológicas não o permitem, podemos não o fazer”, explicou.

A “aventura” Amélia Gelados e Café também ganhou força por representar “um investimento relativamente baixo quando comparado com um restaurante, e com um retorno é mais rápido”.

“Em setembro do ano passado, no primeiro dia que abrimos o Amélia vendemos logo 100 gelados. É um produto fácil de fazer chegar às pessoas”, disse.

A ‘designer’, natural de Viana do Castelo e o marido, engenheiro agrónomo, de Ponte de Lima, não tinham experiência no ramo mas “juntaram os conhecimentos” profissionais de cada um para criarem “gelados artesanais, com estética”.

“São gelados artesanais, feitos de produtos naturais a que o Pedro tem acesso mais facilitado pela profissão que exerce. Eu explorei a estética, dando ao gelado diferentes formas, fixado num pau de madeira tradicional. Podem ser personalizados de acordo com os gostos dos clientes”, explicou a ‘designer’, adiantando que o conceito “está pensado para trabalhar em eventos empresariais ou casamentos”.




“As pessoas que nos abordam acham o conceito inovador e interessante por ser diferente. Tem sido muito gratificante”, referiu.

O veículo, uma APE 50 Piaggio, adaptado por uma empresa da especialidade, que batizaram como Amélia, “por ser um nome familiar, que cria proximidade”, já é conhecido em Ponte de Lima e pode vir a rodar rumo a outras paragens.

O negócio sobre rodas começou em Ponte de Lima, porque foi a primeira Câmara a responder ao pedido de licenciamento de ocupação de espaço público, mas a intenção é “aumentar a frota para alargar o negócio a Viana do Castelo, Caminha e a outras praias até ao Porto”.



 

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