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Anacleto Oliveira pede a diocesanos de Viana que celebrem o Natal com “Graça e Gratidão”

Rádio Alto Minho

08 Dezembro 2017, 15:40

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Graça e Gratidão. As palavras que o bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, escolheu para a mensagem de Natal 2017 que dirigiu aos diocesanos do Alto Minho em que apela para que sejam esse o sentimentos que dominem as celebrações do nascimento de Jesus da Nazaré.

“Natal cristão tem de ser tempo de graça e de gratidão. Graça da parte de Deus que nos deu o seu Filho. Gratidão da nossa parte. Uma gratidão à medida do dom recebido. Uma gratidão que, por isso, nos (ob-)ligue totalmente ao Autor da graça. E uma gratidão que, deste modo, faça das nossas vidas uma graça – que, (ob)ligando-nos aos outros, nos una como pedras vivas na família de Deus, a sua Igreja”, diz Anacleto Oliveira.

“É nesta atitude que convido os diocesanos de Viana do Castelo a celebrarmos o Natal neste ano de graça e gratidão pelos quarenta anos da Diocese que o Senhor fez de nós”.

O bispo de Viana do Castelo destaca ainda algumas das celebrações a que presidirá durante a quadra natalícia.

São elas, a Bênção das Grávidas, na catedral diocesana, inserida na Eucaristia das 18 horas de 17 de Dezembro, terceiro Domingo do Advento.

“Agradeceremos ao Senhor o dom das crianças, ainda em formação nos seios de suas mães, como Jesus, o Filho de Deus, no seio de Maria. E pedir-Lhe-emos que as abençoe, para que, desde o seu nascimento, venham a ser verdadeiras graças que alegrem as suas famílias, a sociedade e a Igreja. Sem elas não seremos Igreja diocesana”, revelou o bispo de Viana do Castelo.

A Missa da Noite do Natal do Senhor, na catedral diocesana, pelas 23 horas de 24 de Dezembro.

“Agradeceremos ao Senhor o “Conselheiro Admirável, Deus forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Is 9, 5) que nos deu no Menino “deitado numa manjedoura e envolto em panos”, e diante do qual cantamos também nós: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados” (Lc 2, 12.14). Sem a vida que Ele nos trouxe e nos dá, não seríamos Igreja diocesana”, disse.

A Missa de Santa Maria Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz, na igreja paroquial de Vila Nova de Cerveira, pelas 11 horas de 1 de Janeiro.

“Agradeceremos ao Senhor a Mãe que nos deu, a mulher de fé que “conservava todos os acontecimentos (acerca do Menino), meditando-os no seu coração” (Lc 2, 19) e se tornou medianeira das bênçãos necessárias para a verdadeira paz, também no ano civil que então iniciamos. Sem ela, não seríamos nem seremos Igreja diocesana”, explicou.

A transladação dos restos mortais de Dom Júlio Tavares Rebimbas para a catedral diocesana, na Missa da Solenidade da Epifania do Senhor, pelas 15,30 de 7 de Janeiro.

“Em união com outras Igrejas diocesanas do nosso País e da Galiza, representadas pelos seus Bispos, agradeceremos ao Senhor o primeiro pastor que nos deu, qual estrela para nos levar até ao “Menino com Maria sua Mãe” e também nós O adorarmos (Mt 2, 10.11). Assim começámos a ser Igreja diocesana. Para todos um santo e feliz Natal, de graça e gratidão” conclui Anacleto Oliveira.

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