“O nosso objetivo é, no próximo ano, ter o espaço disponível para os estudantes. É um trabalho a que estamos a dar o máximo de prioridade”, disse, acrescentando que aquela residência terá capacidade para alojar cerca de duas dezenas de estudantes.

O autarca socialista referiu que o imóvel se encontrava “abandonado” e que com a sua requalificação “será colocado ao serviço da comunidade”, ao abrigo do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, que prevê a transferência, para os municípios, da gestão do património imobiliário público sem utilização.
Após a reabilitação, adiantou, o imóvel passará a ser gerido pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, sublinhou o “movimento de descentralização” de competências que vai permitir à Câmara de Viana do Castelo requalificar aquele imóvel, “criando, no centro da cidade, quase duas dezenas de camas para servir os jovens que frequentam o ensino superior”.
Tiago Brandão Rodrigues referiu que, além do património imobiliário público sem utilização, o Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior inclui as pousadas da juventude existentes no país.
“Abriremos agora quatro dessas pousadas, não para finalidade turística, mas para integradas nesse Plano Nacional”, frisou, apontando os casos da Guarda, Leiria, Portalegre e Vila Real, onde serão disponibilizadas 200 camas para que “os estudantes dos institutos politécnicos dessas cidades possam ter outra resposta”.
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