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Arcos de Valdevez investe 360 mil euros na rede viária de 12 freguesias

Rádio Alto Minho

23 Fevereiro 2016, 11:55

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A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez vai investir 360 mil euros na beneficiação da rede viária de 12 freguesias.

“Trata-se de um apoio que pretende intensificar a relação entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia e de satisfazer as necessidades que as populações de algumas freguesias do concelho ainda enfrentam no que diz respeito à mobilidade”, explicou o presidente da Câmara Municipal.

Aquele montante vai ser disponibilizado através de protocolos de cooperação a celebrar, entre Câmara Municipal e as diversas freguesias do concelho, “para que estas possam realizar benfeitorias em várias artérias das localidades”.

“Esta é, uma forma de, em conjunto e cooperação, tanto a Câmara Municipal como Juntas de Freguesia trabalharem em prol do bem-estar dos seus munícipes”, sustentou.

O autarca João Manuel Esteves adiantou que este investimento não inclui a reparação das vias danificadas pelo mau tempo, que nas últimas semanas assolou o Alto Minho.

Adiantou que o levantamento dos estragos ainda não está concluída mas afirmou que os custos rondam as “largas dezenas de milhares de euros”.

João Manuel Esteves avançou que “a situação já foi sinalizada junto dos Ministérios da Agricultura e da Administração Interna” com vista à obtenção de futuros apoios do governo.

“Tivemos vários casos de vias danificadas devido a derrocadas e deslizamentos de terras. O levantamento mais preciso dos danos e das estimativas do custo de reparação deverá estar concluído esta semana para ser enviado ao governo”, adiantou.

Na semana passada também a Câmara de Melgaço exigiu a declaração de calamidade pública para o concelho e pediu ajuda ao Governo para fazer face aos prejuízos, de cerca de meio milhão de euros, causados pelo mau tempo dos últimos dias.

Em comunicado, o presidente daquela autarquia do distrito de Viana do Castelo, Manoel Batista (PS), afirmou tratar-se de “um cenário grave que exige do Governo a declaração da situação de calamidade pública e a consequente consignação de apoio para fazer face à situação, para a qual os recursos financeiros da autarquia são escassos”.

A autarquia defendeu “ser necessário adotar medidas excecionais com vista a repor a normalidade das condições de vida nas zonas mais abrangidas por tais acontecimentos”.

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