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Avaria no aparelho de TAC do hospital de Viana reparada até este sábado

Rádio Alto Minho

01 Novembro 2019, 16:21

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O presidente do conselho de administração da ULSAM, Franklim Ramos, disse hoje que a avaria no equipamento de TAC do hospital de Viana do Castelo, que ocorreu esta quinta-feira, deverá estar reparada "até sábado", apontando como alternativa para os doentes que necessitem de realizar aquele exame, o aparelho existente na unidade de Ponte de Lima.

“Os técnicos da marca foram chamados. A avaria ocorreu na quinta-feira, mas houve necessidade de substituir uma peça, que já foi encomendada. Mal esteja montada, e após a realização de testes, se tudo correr bem, o equipamento voltará a funcionar. A informação que os técnicos me transmitiram é a de que o aparelho de Tomografia Axial Computorizada (TAC)deverá estar a funcionar ainda hoje, ou no sábado”, afirmou Franklim Ramos.

O responsável explicou que as avarias frequentes daquele aparelho “relativamente novo, estão relacionadas com a utilização intensiva, uma vez que é a única resposta aos pedidos com origem no serviço de urgência, consulta externa e internamento”.

“O aparelho de TAC trabalha 24 horas por dia”, reforçou Franklim Ramos.

O responsável reafirmou a intenção de adquirir, no próximo ano, mais um aparelho de TAC para o hospital de Viana do Castelo, tal como já tinha equacionado em agosto de 2018, quando confrontado com um requerimento da ex-deputada do CDS-PP na Assembleia da República, Ilda Araújo Novo, ao Governo sobre as avarias dos dois equipamentos de TAC disponíveis no distrito de Viana do Castelo.

Na altura, o presidente do conselho de administração da ULSAM adiantou “estar prevista no plano de investimentos para 2019, a aquisição de um segundo TAC” para Viana do Castelo.

Quando ocorre uma avaria naquele aparelho, os doentes que necessitam de realizar o exame são transportados da unidade de Viana do Castelo para o hospital Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, a cerca de 30 quilómetros de distância, e regressam à unidade situada na capital do Alto Minho.

Franklim Ramos admitiu os “transtornos” a que os doentes estão sujeitos, mas sublinhou que “o importante é que seja assegurada a assistência em saúde”.

“Se fosse um doente de Melgaço – a aproximadamente 100 quilómetros de distância de Viana do Castelo – também teria de vir ao hospital de Viana do Castelo ou a Ponte de Lima. Temos noção que causa transtornos aos doentes, mas continuamos a assegurar a assistência em saúde, garantindo o transporte com acompanhamento médico”.

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