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Banho de multidão em Viana do Castelo e um jantar com 2.500 pessoas no distrito de Braga

Rádio Alto Minho

01 Outubro 2019, 10:37

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Ao nono dia de campanha eleitoral, centenas de apoiantes partiram da Rua Manuel Espregueira rumo à Avenida Rocha Paris, em Viana do Castelo, naquela que foi uma ação de grande mobilização do PSD, no final da tarde desta segunda-feira. Rui Rio confessou ter uma admiração particular pelo Alto Minho, região onde tem casa e costuma passar férias. “Estava à espera de uma grande mobilização. Sabe que eu em Viana não estou em casa, mas estou quase em casa. Sou do Porto, mas não tenho uma costela de Viana, tenho muitas costelas de Viana”, referiu.

Rui Rio subiu à varanda de um estabelecimento de turismo de habitação, onde saudou a onda laranja que ecoava com gritos de “vitória, vitória”. Enquanto descia a rua tendo a seu lado o cabeça de lista por Viana do Castelo, Jorge Salgueiro Mendes, o líder do PSD cumprimentava os populares que se encontravam na rua ou dentro das lojas. Ao longo do percurso, várias foram as demonstrações de apoio. “Força neles”, desejou um homem com quem a caravana se cruzou.

Neste dia de campanha dividido entre os distritos de Braga e Viana do Castelo, a comitiva social-democrata visitou de manhã a adega cooperativa regional de Monção, onde também houve um brinde à vitória do PSD no próximo domingo, feito com um vinho alvarinho reserva de 2017.

Já depois do almoço, Rui Rio contactou com a população no centro de Barcelos, cidade que mostrou conhecer tão bem “que poderia ser [ali] taxista”.

À noite, na Quinta da Malafaia, em Esposende, num arraial minhoto que juntou 2.500 pessoas, Rui Rio assegurou que, se formar Governo, quem mandará na saúde será o ministro do setor e não o das Finanças, como acontece no atual Governo socialista com Mário Centeno. “E fica aqui uma promessa, esta é que é mesmo uma promessa: face à situação em que está o Serviço Nacional da Saúde eu vos garanto que, se nós ganharmos as eleições e fizermos Governo, quem vai mandar na saúde vai ser o ministro da Saúde e não o ministro das Finanças”, disse.

Rui Rio acusou o PS de se comportar “como dono disto tudo” em relação ao Estado quando está no Governo, e deixou um ataque particular ao presidente do PS. “Esse fenómeno familiar começa, aliás, no presidente do PS: o deputado Carlos César é o campeão a conseguir meter os seus familiares nos cargos públicos”, acusou. O Presidente do PSD considera que “pulverizar o Estado de ‘boys’ e ‘girls’” é uma característica de o PS a governar. “O PS a governar toma o Estado como se fosse seu e como se fosse a sua família”, apontou.

Rui Rio diz que “as características do PSD a governar são outras”, destacando a promessa de redução fiscal e acusando o Primeiro-Ministro de “não dominar os números das finanças públicas”. “Ouvi o Dr. António Costa dizer ontem na RTP que tínhamos aqui uma fantasia, porque baixamos em 3,7 mil milhões de euros os impostos e conseguimos a magia de a receita fiscal crescer 2 mil milhões de euros. Meus amigos, nós prevemos que a receita vá crescer não 2 mil milhões, mas 5,4 mil milhões”, frisou.

O líder do PSD reiterou o desafio ao ministro das Finanças para que aceite debater as contas dos dois partidos, depois de Mário Centeno ter recusado fazê-lo com o porta-voz do partido para as Finanças Públicas, Joaquim Sarmento. “O professor Álvaro Almeida, candidato pelo Porto, já está disponível para debater com Mário Centeno. Vamos ver, este começa por A, se ainda não servir passaremos a alguém cujo nome comece por B a ver se ela aceita”, afirmou.

Lembrando que o atual Governo impôs a maior carga fiscal aos portugueses “desde o D. Afonso Henriques”, Rui Rio desafiou ainda António Costa a desmentir se planeia repor o imposto sucessório, como acenam o PCP e BE. “Se o Dr. António Costa não desmentir podem ter a certeza de que se o PS ganhar as eleições vamos ter outra vez o imposto sucessório e os filhos que vão herdar os bens dos pais vão ter de pagar mais impostos”, alertou.

Antes, o cabeça de lista por Braga, André Coelho Lima, acusou o Governo socialista de “mistificação, cativação e falta de noção”.

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