Eduardo Cabrita diz que o Alto Minho tem o “dever” de se mobilizar para o próximo quadro comunitário
07 Fevereiro 2018, 11:20
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse hoje que “o Alto Minho tem o dever de se mobilizar e organizar para aproveitar os fundos do próximo quadro comunitário. O governante falava durante a sessão de abertura da conferência internacional: Vital Regions – Fixação e Atração de Talentos como Fator de Desenvolvimento Territorial que está a decorrer hoje numa unidade hoteleira da Praia Norte, em Viana do Castelo.

“É agora que devermos definir o que queremos quer como país, quer no quadro regional para que não se repita o mesmo de outros quadros comunitário quando tentarmos, fora de horas,encaixar num fato que não foi desenhado para nós”, afirmou Eduardo Cabrita.
Eduardo Cabrita referiu ainda que “há alguns anos que Viana do Castelo deixou de ser egoísta” e que “desapareceu guerrilha de Viana do Castelo com os restantes autarcas do distrito.
O ministro disse esperar que “também no norte se consiga um pensamento do Norte que inclua os vários nortes”, frisou
Eduardo Cabrita afirmou que o Alto Minho “e um bom exemplo para o país” e que foi uma região que contribuiu, em 2017, para que Portugal conseguisse “o melhor ano económico do século”.
“No plano económico tivemos i melhor do século e o alto Minho está na boa linha deste resultado”, destacou.
O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Do Alto Minho, José Maria Costa referiu que a região precisa de definir um plano de ação para aumentar a competitividade”.
“Temos um território de excelência, inovador, aberto, com uma grande relação transfronteiriça com a Galiza. Estamos a 45 minutos de todo o mundo, temos dois aeroportos nas proximidades«, redes laboratórios e três universidades. O que falta? Falta sentarmos à mesa e definirmos uma estratégia”, frisou José Maria Costa.
O presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) , Rui Teixeira, referiu que a região “tem de parar de dar o ouro ao bandido”, referindo-se aos recursos humanos qualificados, formadas na região e, por falta de oportunidades, acabam por partir
“Quando entrego os diplomas aos finalistas dos cursos do IPVC fico com a sensação de que se trata de um passaporte ou de uma carta de alforria”, referiu.





















