Eleita nova comissão distrital do Bloco de Esquerda de Viana
07 Março 2026, 10:29
Foi eleita, esta sexta-feira, 6 de março, a nova Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo.
A lista única apresentada a sufrágio, intitulada “Reforçar a presença, ampliar a luta”, é composta por Adriana Temporão (Valença), Ana Forte (Viana do Castelo), Abílio Cerqueira (Caminha), Carlos da Torre (Viana do Castelo), Renata Trindade (Viana do Castelo), Tiago Ribeiro (Ponte de Lima) e Ana Azevedo (Vila Nova de Cerveira).
Em comunicado, a nova comissão refere que, nos últimos tempos, o Bloco de Esquerda de Viana do Castelo tem mantido “uma intervenção política ativa e consequente no distrito”, articulando a ação institucional com o trabalho de proximidade junto das populações.
Segundo o partido, o Bloco tem estado presente na defesa do território contra projetos considerados ambientalmente prejudiciais, no apoio às reivindicações dos pescadores e das comunidades costeiras, nas lutas feministas e na denúncia das desigualdades sociais que continuam a marcar o distrito.
A nova estrutura destaca ainda que, no Orçamento do Estado para 2026, foram aprovadas duas propostas do Bloco de Esquerda com impacto direto no Alto Minho: a requalificação do portinho de Vila Praia de Âncora — uma reivindicação antiga da comunidade piscatória — e a realização do desassoreamento da foz do rio Minho e de dragagens no rio Neiva, consideradas essenciais para melhorar as condições de navegação, segurança e sustentabilidade das atividades locais.
A comissão coordenadora sublinha também que o partido pretende reforçar a sua presença no terreno, promovendo maior proximidade com as populações e acompanhando a realidade de cada concelho do distrito.
“Mesmo sem representação nas instituições autárquicas, renovamos o compromisso de acompanhar os problemas concretos das pessoas, apoiar as suas lutas, exigir respostas às entidades responsáveis e conquistar avanços que melhorem a vida de quem vive e trabalha no Alto Minho”, refere a estrutura.
O Bloco de Esquerda considera ainda que, “em plena crise social, com o custo de vida cada vez mais elevado e com ataques aos direitos de quem trabalha”, é necessário reforçar a presença e a ação política a nível distrital.




















