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Empréstimos a amigos e familiares: 5 conselhos para evitar problemas

Rádio Alto Minho

21 Julho 2021, 0:07

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A sua irmã está a atravessar um momento económico complicado? O seu filho quer comprar uma casa, mas não possui dinheiro suficiente para comprar a vivenda? A sua melhor amiga perdeu o emprego e tem dificuldade para pagar as despesas cotidianas?

Emprestar dinheiro aos seres amados para ajudá-los a enfrentar adversidades é um ato nobre. Porém, em algumas ocasiões esta atitude generosa pode virar um pesadelo e trazer problemas na amizade ou no relacionamento familiar. Algumas das complicações mais comuns são pagamentos atrasados, enganos ou incumprimento dos prazos acordados. Se quiser evitar ter que apostar na Bwin para recuperar seu dinheiro, confira estes conselhos antes de fazer um empréstimo.

5 recomendações para emprestar dinheiro aos seres amados

O seu amigo ou familiar pediu-lhe um empréstimo? Quer ajudar, mas não sabe o que fazer para proteger o seu patrimônio? Antes de abrir a carteira, anote estas dicas.

Faça uma avaliação das suas finanças

Ajudar os outros é uma sensação muito boa, mas não é recomendável nos casos nos quais este ato nobre coloca a pessoa que decide emprestar numa situação difícil.

Portanto, antes de oferecer ajuda financeira a amigos e familiares, avalie as suas finanças. Avalie como afetará na sua vida cotidiana não contar com dinheiro do empréstimo, se tem dívidas ou grandes gastos por vir nos próximos meses.

Se tiver dificuldades, explique que adoraria colaborar, mas sua situação económica não é o suficientemente boa para dar dinheiro.

Empreste apenas a quem conhece de verdade

Primeiramente, evite dar dinheiro a amigos de amigos ou amigos de parentes. Brinde ajuda apenas aquelas pessoas que conhece muito bem.

Além disso, analise se seu amigo ou familiar tem realmente capacidade de devolver o empréstimo. Avalie se a pessoa costuma tomar decisões financeiras erradas ou se, pelo contrário, é responsável e costuma se comprometer com prazos.

Deixe tudo por escrito

Documentar é fundamental. Quando não há registos, há sempre a possibilidade de que no futuro algumas das partes argumente que interpretou de forma diferente as condições do empréstimo.

Não é preciso que chame um advogado, mas é fundamental que coloque por escrito quanto dinheiro está a emprestar e o prazo de devolução, incluindo juros, correções monetárias e multas ou taxas extra para casos de atrasos ou inadimplência. As duas partes devem concordar com todos os pontos do documento.

Embora pareça pouco amigável, um contrato é a melhor forma de proteger os dois lados da transação e preservar o vínculo pessoal.

Empreste apenas o dinheiro que estiver disposto a perder

Pouco importa que conheça a pessoa que está a pedir o empréstimo há muitos anos ou que tenha assinado um contrato, sempre existe a possibilidade de que o dinheiro não seja devolvido.

Por isso, jamais ofereça os euros que guarda como reserva de emergência nem aqueles que fazem parte do seu fundo de reforma.

Consulte para que finalidade será usado o empréstimo

Talvez resulte um pouco inapropriado, mas ao momento de oferecer dinheiro é recomendável consultar o motivo pelo qual a pessoa necessita de um empréstimo. No final das contas, estará a colocar à sua disposição uma parte do seu capital financeiro.

Desta forma, terá uma visão mais clara da situação e poderá decidir com maior claridade se emprestará o dinheiro. 

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