Executivo de Viana do Castelo governa em “convergência” e não em “estado de graça”
22 Dezembro 2017, 9:42
O presidente da Câmara de Viana do Castelo considera que o executivo saído das últimas autárquicas não está a viver em “estado de graça” mas sim a governar em “grande convergência”.
Questionado pelos jornalistas sobre a consensualidade que tem marcado as reuniões camarárias do novo mandato, José Maria Costa disse que “é preciso saber fazer oposição e, muitas vezes, no passado, as oposições não contribuíram para que Viana do Castelo pudesse dar um salto maior e mais forte”.
“Se tivéssemos estado unidos nalgumas matérias importantes, se calhar Viana do Castelo podia estar um bocadinho melhor do que já está”, frisou.
“A história tem destas coisas. Os vianenses julgaram, nas eleições, aqueles que cumpriram e os que não cumpriram”, referiu.
Para José Maria Costa a “grande convergência” do executivo “é sinónimo de uma nova oposição, composta por novos protagonistas, que também estão interessados no desenvolvimento do concelho”.
O autarca socialista considera que as reuniões camarárias do novo mandato têm um “ambiente diferente”.
“O Plano de Atividades e o Orçamento foi debatido com as forças da oposição. Temos, de facto, bons projetos e um bom enquadramento financeiro, visto que conseguimos a aprovação de muitas candidaturas de fundos comunitários que nos garantem muitos investimentos nas infraestruturas básicas, na educação e na qualificação”, frisou.
A maioria ocupa PS ocupa seis lugares no executivo municipal. Carlota Borges, de 27 anos e Ricardo Carvalhido, de 37 são as estreias no executivo. A nova vereadora tem nas mãos as áreas da coesão social, juventude, voluntariado e serviços urbanos. Já Ricardo Carvalhido é responsável pelo Ambiente e Biodiversidade, Ciência, Inovação e Conhecimento.
O PSD tem dois vereadores, Hermenegildo Costa e Paula Veiga e a CDU está representada por Cláudia Marinho.





















