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Fundação do navio-hospital Gil Eannes quer chegar aos 100 mil visitantes em 2018

Andrea Cruz

03 Fevereiro 2018, 22:33

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O presidente da fundação Gil Eannes disse hoje que o grande objetivo para 2018 é que o número de visitantes do navio-hospital chegue aos 100 mil visitantes. José Maria Costa falava aos jornalistas no final da sessão solene  que assinalou, este sábado, o 20º aniversário da chegada do navio-hospital Gil Eannes à capital do Alto Minho. O autarca socialista afirmou que a embarcação é, atualmente, “um grande símbolo nacional , que, até 2017, foi visitado por mais de 85 mil visitantes.

A efeméride cumpriu-se no dia 31 de janeiro mas as celebrações  ocorreram este sábado com a presença do secretário de Estado do Mar, José Apolinário. O governante disse que o navio tem vindo a afirmar-se “como um projeto de promoção da cultura marítima” e destacou  “a batalha para salvar o navio do desmantelamento por parte da associação SOS Gil Eannes”. O navio-hospital Gil Eannes fosse salvo de um previsível desmantelamento por um sucateiro em finais da década de 90 do século xx. O antigo navio hospital foi construído para apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

Também foi navio capitania, navio correio, navio rebocador, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

Desde 2016, o percurso de visita passou a integrar o bloco operatório, a sala de esterilização, sala de desinfeção, laboratório de análise, raio-X de emergência e, ainda, duas enfermarias.

Uma reabilitação que contou com o apoio de várias empresas, entre as quais a Douro Azul, os estaleiros da WestSea, subconcessionária dos ENVC, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

Considerado um dos navios mais emblemáticos que saíram dos ENVC, o Gil Eannes estava prestes a ser desmantelado quando a sociedade civil local se mobilizou para o resgatar.

O regresso à capital do Alto Minho aconteceu a 31 de janeiro de 1998. Ao longo de vários meses foi recuperado nos ENVC – onde tinha sido construído meio século antes -, e no verão desse ano abriu portas como navio-museu, gerido pela fundação, de iniciativa municipal.

 

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