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Hermenegildo Costa é o primeiro nome que se apresenta à corrida para a comissão do PSD de Viana do Castelo

Rádio Alto Minho

17 Setembro 2016, 14:00

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Hermenegildo Costa é o primeiro nome a apresentar-se à corrida eleitoral para a Comissão Política Concelhia do PSD de Viana do Castelo, marcada para o próximo dia  09 de novembro.

“Acredito que poderei ser o agente da mudança de pensamento em Viana do Castelo, numa concelhia que tem estado dividida nos últimos anos, sem que tal tenha produzido algo de bom no partido e consequentemente no concelho”, disse Hermenegildo Costa quando confirmou a intenção de concorrer aquele ato eleitoral.

“Não concorro à concelhia por qualquer ambição pessoal. Tenho o meu percurso no partido que é visível para todos. Concorro porque quero reunir vontades. Quero reunir ambições. Quero, porque amo o PSD, que este seja um partido vencedor nas próximas autárquicas de 2017”, referiu o candidato.

“Viana do Castelo está há imensos anos, anos a mais sob a égide do poder socialista. É claro o sentimento dos vianenses que pretendem uma mudança. E essa mudança só pode ser protagonizada pelo PSD. Viana do Castelo precisa de mais ambição. Precisa de ser mais forte. Precisa da visão social-democrata. E por tal chegou a hora de o partido se unir, para reunir consensos numa candidatura à autarquia que seja vencedora, e não parta de pressupostos de ambições pessoais, ou de candidaturas que não se mostram com potencial ganhador”, afirmou Hermenegildo Costa.

Hermenegildo Costa foi presidnete da Junta de Freguesia de Santa Marta de Portuzelo durante 16 anos. É atualmente Vogal da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo, tendo exercido diversos cargos no partido, do qual é militante abnegado há décadas.

A líder da concelhia do PSD de Viana do Castelo, Ana Palhares, anunciou no passado dia 06 de setembro que a estrutura partidária tinha deixado de poder funcionar porque se terem demitiram sete dos seus 13 elementos.

Ana Palhares, eleita presidente da comissão política concelhia do PSD em outubro de 2015, atribuiu a “responsabilidade desta crise” ao vice-presidente, Eduardo Teixeira, que, na altura, se escusou a fazer comentários sobre o assunto.

“A crise que o PSD de Viana do Castelo está hoje a viver tem um responsável e chama-se Eduardo Teixeira”, sustentou a atual deputada municipal e ex-vereadora da Câmara de Viana do Castelo.

Segundo a advogada, no total, “desde julho e até à última segunda-feira, demitiram-se 11 elementos, entre membros com direito a voto e nomes que integram a lista de suplentes, o que inviabilizou a substituição dos demissionários”.

Ana Palhares acusou Eduardo Teixeira de “querer impor e forçar” o seu nome como cabeça de lista às próximas autárquicas, “aproveitando-se das de fragilidades das pessoas e das amizades pessoais”.

“Ser candidato à Câmara de Viana do Castelo nas próximas autárquicas era a sua agenda política e a sua vontade desde o primeiro momento. Impôs e forçou o seu nome para liderar a lista do PSD à Câmara de Viana do Castelo”, Ana Palhares.

Afirmou que “no passado Eduardo Teixeira demonstrou não ter condições para liderar uma candidatura vencedora e credível” e lamentou que “continue a insistir inviabilizando todo o trabalho dentro da concelhia”.

“Não aceito submeter-me à ambição das pessoas. A ambição pessoal não pode suplantar-se aos interesses de Viana do Castelo, da população e do PSD”, referiu.

De acordo com a responsável a concelhia local do PSD “ainda não tinha definido nada”, relativamente às eleições autárquicas de 2017.

“Apenas tínhamos definido o perfil do candidato e os princípios orientadores da candidatura que não passavam pelo nome de Eduardo Teixeira por não reunir condições para ser opositor de José Maria Costa (atual presidente da Câmara) “, disse.

Ana Palhares revelou que a concelhia irá a votos dentro de cerca de um mês apontado o início de outubro para a realização do novo ato eleitoral ao qual ainda não decidiu se irá recandidatar-se.

“Vou ver se estão reunidas as condições. É uma questão que tem que se ponderada mas não afasto essa hipótese. Não me vou por em bico de pés mas se o meu partido precisar de mim e achar que reúno condições aceitarei recandidatar-me”, sustentou.

 

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