Impasse nos bombeiros de Melgaço resolvido hoje com regresso de 23 efetivos
18 Janeiro 2017, 8:54
A Direção dos Bombeiros de Melgaço espera ter hoje resolvido o impasse que afectava a corporação desde novemrbo passado com o regresso de 23 dos 25 efetivos que tinham pedido o afastamento temporário após a demissão de um elemento da direção contestado pelo corpo ativo da corporação.
“Durante o dia de hoje contamos ter o impasse resolvido com o regresso de 23 dos 25 efetivos que tinham apresentado o pedido de inatividade. Dos dois elementos que não regressam, um encontra-se no estrangeiro e o outro invocou razões de ordem familiar”, sustentou o presidente da associação humanitária dos bombeiros de Melgaço, Luís Matos.
Em causa está o “pedido de inatividade” apresentado por 25 operacionais, mais dois elementos do comando, na sequência das eleições realizadas em novembro passado e que ditaram a reeleição da atual direção, a única lista que se apresentou ao sufrágio. Acrescenta-se a isto a exoneração do comandante, solicitada pelo próprio.
Na origem daquela situação estava “o desagrado dos bombeiros relativamente a um elemento da direção” daqueles bombeiros do distrito de Viana do Castelo.
“Esse elemento da direção pediu a exoneração o que foi aceite pela direção tendo em conta o superior interesse da instituição. O impasse girava em torno daquele elemento da direção o que causou muito desgaste na pessoa em causa”, afirmou Luís Matos.
Adiantou que a resolução do impasse que se prolongava desde novembro implicou “cedências de parte a parte”.
“Se a corporação perdeu uma boa equipa de comando, a direção perdeu um elemento extremamente válido e com funções de responsabilidade”, explicou.
O presidente da direção dos bombeiros de Melgaço sublinhou que durante o afastamento temporário dos 25 efetivos do corpo ativo, constituído por 46 elementos, “não se registaram situações limite em termos de capacidade de resposta”.
“Tenho que admitir que a segurança da população não foi colocada em causa porque também e, felizmente, não aconteceram ocorrências graves”, referiu Luís Matos, que tomou posse no passado dia 02 de janeiro.





















