Jorge Mendes defende a revisão do modelo de portagens no Alto Minho
26 Setembro 2019, 8:20
O cabeça-de-lista do PSD pelo distrito de Viana do Castelo defendeu, hoje, em Viana do Castelo, à margem da deslocação ao pórtico da zona industrial do Neiva a “revisão do modelo de aplicação das portagens no Alto Minho, com implicações na A3 e eliminação do pórtico de Castelo de Neiva”.
“São medidas necessárias para podermos permitir um maior desenvolvimento económico da região, ajudando a fixar empresas se lhes reduzirmos os custos. Da mesma forma estamos a pensar nos cidadãos que cá vivem e, em especial naqueles que trabalham na zona industrial do Neiva e que são portajados, num pórtico que o PS prometeu retirar e que lá continua”, disse Jorge Mendes. Se “queremos aumentar a nossa população e atrair quadros de qualidade para o distrito, estas medidas revelam-se também, neste campo, importantes”. A revisão do modelo de aplicação das portagens “permitiria o descongestionamento da EN13, entre Vila Nova de Cerveira e Valença, do trânsito pesado que evita da A3”. Em consequência “iríamos contribuir também para evitar a degradação daquele troço da nacional”, completou Jorge Mendes.
O candidato social democrata falou ainda das acessibilidades no distrito, criticando desde logo que a bandeira eleitoral do PS nas últimas eleições não tenha sido concretizada, nem com o apoio da Gerigonça: “a ligação de Paredes de Coura à A3 continua no papel e sua real concretização tem de ser uma prioridade”.
A conclusão do IC1 até Valença e prolongamento para Monção, ligação à A52 na Galiza, a melhoria da ligação à fronteira da Madalena/Ourense, com extensão da A28 e a requalificação urgente da Rede Viária Nacional do Alto Minho, são outras medidas que, Jorge Mendes, promete levar na sua agenda para a Assembleia da República.
Importante para o cabeça-de lista do PSD é a requalificação do Porto de Mar e acessibilidade aos principais eixos rodoferroviariários da região, nomeadamente à A28. “Temos um porto que não dá resposta as necessidades das empresas e desespera os nossos empresários”, criticou Jorge Mendes.




















