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Leilão de sede de panificadora de Viana do Castelo com proposta de 315 mil euros

Rádio Alto Minho

24 Setembro 2020, 17:08

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O leilão eletrónico para venda da sede de uma panificadora de Viana do Castelo que encerrou em 2017 com dívidas superiores a dois milhões de euros fechou hoje com uma proposta no valor de 315 mil euros.

O prazo para a apresentação de propostas ao leilão eletrónico promovido pelo administrador de insolvência estava fixado para as 16:00.

De acordo com a página na Internet da leiloeira LC Premium, consultada pela agência Lusa, o leilão foi concluído às 16:01 e pode ler-se “venda concluída”, referindo-se o montante de 297.500 euros como o valor de venda e de 315.000 euros como valor atual.

Contactada pela Lusa, fonte do gabinete do administrador de insolvência disse “aguardar a receção do relatório do leilão hoje realizado para o poder submeter à apreciação da comissão de credores no sentido de obter a anuência à venda do imóvel”.

Em causa está um edifício no Cais Novo, em Darque, na margem esquerda do rio Lima que, em janeiro de 2019, foi colocado à venda, em leilão, pelo valor mínimo de 297.500 euros, mas que fechou deserto e sem a presença da comissão de credores nomeada pelo tribunal.

O pedido de insolvência da panificadora foi apresentado pela própria empresa, a sociedade Fernandes e Alves, com sede no Cais Novo, em Darque, em setembro de 2017, alegando dívidas no valor 1.358.974 euros, a mais de 200 credores.

Naquele valor não estavam contabilizados os créditos aos cerca de 60 trabalhadores que a empresa empregava na altura.

Em março de 2019, o tribunal local qualificou de dolosa a insolvência da panificadora fundada em 1945 e condenou um dos gerentes, entretanto falecido, a indemnizar os mais de 200 credores por dívidas superiores a dois milhões de euros.

Entre os principais credores da empresa, que, além da fábrica, detinha ainda quatro lojas, em regime de aluguer e concessionadas a outra empresa cujo proprietário também é credor, encontram-se além dos trabalhadores, a Caixa Geral de Depósitos, o Novo Banco, e a Segurança Social.

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