Maria João Fialho Gouveia apresenta “Maria da Fonte” na Casa Manuel Espregueira
07 Março 2018, 14:41
A escritora Maria João Fialho Gouveia vai apresentar, no sábado, às 18.00, na Casa Manuel Espregueira, o seu novo livro intitulado ” Maria da Fonte” .
Maria João Varela Santos Fialho Gouveia nasceu em Lisboa a 14 de Novembro de 1961, mas foi no Estoril que cresceu e viveu.
Cursou Comunicação Social, Línguas e, finalmente, História, licenciatura que espera em breve concluir.
Maria João começou a sua carreira jornalística aos 18 anos, passando por todas as áreas da comunicação, da imprensa escrita à televisão. Entretanto, trocou o jornalismo pela docência, lecionando inglês no ensino básico.
Neta de professora, cedo descobriu o gosto pela leitura e pela escrita, sendo apanhada frequentemente pela avó a ler à luz da lanterna, debaixo dos lençóis. É com amor que agora se aventura na escrita, a qual descreve como uma doce e viciante solidão que lhe completa a alma.
Maria João Fialho Gouveia conta com seis livros publicados. O primeiro, “Fialho Gouveia, Biografia Sentimental”, é uma homenagem a seu pai; já os que se lhe seguiram — “D. Francisca de Bragança, A Princesa Boémia”, “As Lágrimas da Princesa”, “Inês”, “Sob os Céus do Estoril, Um Romance entre Espiões no Estoril da II Grande Guerra” e “Maria da Fonte, Rainha do Povo” — são romances históricos, essa área da literatura com que tanto se identifica, e promete continuar a abraçar.
Sinopse do Livro:
«Até quando pode uma mulher aguentar a injustiça sem erguer a voz?
Após as Guerras Liberais que assolaram Portugal durante o século XIX, as decisões do governo de Costa Cabral não são bem recebidas. Os impostos aumentam, as liberdades do povo são atacadas e a Igreja é o próximo alvo. Atenta aos gritos de revolta do seu povo, que também são os seus, e às ideias miguelistas dos seus senhores, está a jovem Maria Angelina.
Despedida por se ter deixado apaixonar, Maria regressa à sua aldeia da freguesia de Fontarcada, na Póvoa de Lanhoso, jurando viver por si, sem ninguém a cortar-lhe as asas. Os ideais, no entanto, não desaparecem, e, quando o governo proíbe o povo de enterrar os mortos nas igrejas, Maria decide tomar medidas.
Lideradas por ela e munidas das armas possíveis, como as ferramentas de trabalhar a terra, as mulheres do Minho fazem justiça pelas próprias mãos. Maria de Fontarcada torna-se Maria da Fonte e ganha os contornos de uma líder popular. Conforme a revolta vai grassando pelo país, forçando o governo a ser demitido e o exército a entrar em cena, Maria da Fonte transforma-se num mito, surpreendendo até aqueles que com ela privavam.
Esta é a história desse mito. E da mulher que está na sua origem.»
Informação sobre a autora recolhida na página – escritores.online





















