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Miguel Alves diz que reprogramação dos fundos do “Norte 2020” é positiva

de Andrea Cruz (RAM)

atualizada às 22:40,Ter, Maio, 2018

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O novo presidente do Conselho Regional do Norte (CRN), Miguel Alves, considerou que a reprogramação do programa “Norte 2020”, hoje divulgada, é vantajosa para a região e “mais consensual” no território.

“Acho que este ponto a que chegámos da negociação, sem ser perfeito individualmente, é um ponto positivo para a globalidade do norte, para as instituições e para as autarquias”, afirmou o também presidente da Câmara de  Caminha

Miguel Alves, falava aos jornalistas em Felgueiras, no distrito do Porto, onde se realizou, esta terça-feira, uma reunião do Conselho Geral do Norte, órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), no qual têm assento os 86 municípios e representantes de várias instituições do território.

Na reunião, Miguel Alves foi eleito para a presidência da comissão permanente do (CRN), sendo acompanhado, na vice-presidência, por Aires Pereira, presidente da Câmara de Póvoa de Varzim.

Além do momento eletivo, os trabalhos tiveram a participação do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

Fernando de Sousa informou os municípios da região que a reprogramação do programa “Norte 2020” garante mais 260 milhões de euros para o investimento territorial.

No final dos trabalhos, o novo presidente do CRN disse aos jornalistas que a versão inicial do Norte 2020 “não dava respostas que a região exigia” e que hoje há “uma proposta melhor para o conjunto da região”.

“O reforço de 260 milhões de investimento no território não deixa de ser uma boa notícia face à proposta inicial e demonstra que os municípios e o território do Norte conseguem, de algum modo, bater o pé quando é necessário, mas chegar a entendimentos também quando eles são precisos num determinado momento”, declarou.

Manuel Alves acrescentou: “Ao longo das últimas semanas, houve um trabalho intenso que permitiu chegar a uma posição de consenso. Se é a proposta que todos queriam no território, talvez não seja, mas é o máximo denominador comum que foi encontrado para o território”.

A propósito da sua eleição, o novo líder do Conselho Regional do Norte disse pretender para a região “uma dimensão que não passa por um certo sindicalismo do norte”.

“Eu quero um norte menos de protesto, quero um norte mais reivindicativo e mais exigente consigo próprio, naturalmente, mas também com aqueles que, a partir de fora, têm algumas implicações no território”, rematou.

RAM -
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