PCP questiona governo sobre condicionamento das fronteiras no Alto Minho
21 Abril 2021, 15:54
O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República voltou hoje a questionar o governo sobre o encerramento de fronteiras e as consequências que esta medida está a ter na região do Alto Minho.
Na base do ofício dirigido ao Ministério da Administração Interna está um conjunto de denúncias e insatisfações com esta situação, designadamente as longas filas ontem verificadas no ponto de passagem Valença-Tui, no qual a fila para entrar em Portugal atingiu vários de quilómetros (dezenas de quilómetros, de acordo com informação que chegou ao Grupo Parlamentar do PCP), sendo que a passagem pelo controlo do SEF demorou uma média de duas horas.
Ainda de acordo com situações concretas que chegaram ao Grupo Parlamentar do PCP, houve trabalhadores que esperaram hora e meia na fila, não conseguindo cumprir o seu horário de trabalho, havendo mesmo situações referidas de duas horas e meia de fila.
Esta situação causa profundos prejuízos à região do Alto Minho e gera situações insustentáveis para os trabalhadores portugueses que têm que atravessar a fronteira para trabalhar, mas também para os micro, pequenos e médios empresários da região.
O PCP, em comunicado, diz que “tem insistido com a necessidade do governo definir medidas e apoios para retomar a actividade económica em segurança, bem como apoios a todos os atingidos pela epidemia”.
Na mesma nota pode ler-se que “No âmbito da intervenção do PCP tem ainda sido dado grande destaque à necessidade do governo assegurar condições para a rápida vacinação de toda a população, incluindo por via da diversificação da aquisição e pela produção própria de vacinas no nosso país”.





















