Posto de atendimento de Viana da Águas do Alto Minho reabriu hoje
28 Abril 2020, 17:15
O posto de atendimento da Águas do Alto Minho, em Viana do Castelo, reabriu hoje aos consumidores. O mesmo aconteceu em Arcos de Valdevez e Ponte de Lima.
Fonte da empresa adiantou que, na quarta-feira, reabrirão os postos de atendimento de Caminha e Vila Praia de Âncora e, na quinta-feira, os de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Valença.
O encerramento dos oito postos de atendimento da empresa naqueles concelhos do distrito de Viana do Castelo ocorreu dia 16 de março devido à pandemia de covid-19.
Na semana passada, o presidente do conselho de administração da Águas do Alto Minho tinha anunciado que, “uma autorização especial” do ministro do Ambiente, iria permitir “abrir, a título excecional”, a partir de hoje, “as lojas de atendimento presencial aos clientes, devidamente equipadas com material de proteção de funcionários e clientes”.
Carlos Martins explicou que reabertura dos postos está incluída no plano de ação delineado com os municípios para reforçar a comunicação com os clientes, prejudicada pelo seu encerramento, o que levou “as pessoas a recorrerem muito aos contactos telefónicos, que não estavam dimensionados para uma situação desta natureza, e aos emails, através do correio eletrónico”.
Com “o apoio dos municípios, em particular o de Viana do Castelo, serão mobilizados mais recursos humanos”, e “adquiridos equipamentos telefónicos, para, ainda esta semana, reforçar o atendimento telefónico”, bem como a resposta “aos dois mil emails acumulados no correio eletrónico da empresa”.
Na altura, anunciou a adjudicação de um serviço de ‘call center’ que irá operar com oito postos de atendimento telefónico.
Já “a empresa que fornece os serviços telefónicos irá enviar uma listagem dos números de telefone que não forem atendidos durante o período normal desse serviço, para que nas 48 horas seguintes esses clientes sejam contactados pela empresa”.
Carlos Martins apontou para o final de maio a correção dos erros de faturação que afetaram 15 mil consumidores da empresa, garantindo que “ninguém sairá prejudicado” e que “a fatura de março só será emitida quando estiverem resolvidos os problemas que acabaram por estar na origem daqueles erros.




















