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Presidente da Câmara de Viana apoia contestação ao encerramento da CGD de Darque

Andrea Cruz

12 Junho 2018, 18:05

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O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa garantiu esta terça-feira aos representantes de nove freguesias da margem esquerda do rio Lima que “tudo irá fazer” para impedir o fecho do balcão de Darque da Caixa Geral de Depósitos(CGD). José Maria Costa falava durante uma audiência que concedeu àqueles autarcas que lhe entregaram uma petição a contestar o fecho, no final deste mês, daquele balcão que serve cerca de 30 mil habitantes.



“Irei fazer tudo o que estiver ao meu alcance para reverter esta decisão da CGD. Com os nossos argumentos seremos capazes de inverter esta situação”, garantiu José Maria Costa, dirigindo-se aos representantes das freguesias de Vila Nova de Anha, União de Freguesias de Mazarefes e Vila Fria, Chafé, União de Freguesias de Geraz e Deão, União de Freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Suzã, Vila Franca, São Romão do  Neiva, Alvarães e Castelo do Neiva.

O autarca socialista adiantou que “este é um caso em que o discurso do Governo não bate certo com o discurso das instituições”.

“Se há matérias onde temos de praticar a descentralização e a coesão do território, este é um deles”, destacou José Maria Costa.

O presidente da Câmara da capital do Alto Minho solidarizou-se com uma reivindicação que classificou de “justa”, adiantando que “as autarquias estão empenhadas na coesão do território”.

“Hoje a atividade bancária é essencial para a atividade económica. A banca é um esteio muito importante para as empresas. Na margem esquerda do rio Lima temos uma zona industrial das mais pujantes da região Norte”, sublinhou, referindo-se à zona industrial de Neiva.

O presidente da Comissão Administrativa da Freguesia de Darque, Fernando Garcez, referiu que com o encerramento daquele balcão, que serve uma população de 30 mil habitantes, “a vida das pessoas ficará muito mais difícil”.

O porta-voz das nove freguesias afetadas pelo fecho daquela agência garantiu que “aquele território vai ficar desprotegido de um serviço público tão importante para aquelas populações”.

“Ainda ninguém nos conseguiu dizer que aquele balcão não é rentável. Parece-nos que só pode ser um erro de estratégia e de análise”, realçou Fernando Garcez.

O responsável sublinhou que a vila de Darque que “chegou a ser servida por cinco agências bancárias, a confirmar-se o encerramento do balcão da CGD, inaugurado em 1989, ficará apenas com um banco.

 

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