Presidente da CIP diz que portagens na A28 são “fator negativo que tem de ser esbatido”
04 Novembro 2016, 19:51
O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva disse hoje em Viana do Castelo que a cobrança de portagens na A28, autoestrada que liga a capital do Alto Minho à cidade do Porto são “um fator negativo que tem de ser esbatido”.
O responsável, que falava aos jornalistas na sede da Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) defendeu a necessidade de existirem “facilitadores do desenvolvimento do setor empresarial” e, nesse sentido, solidarizou-se com a contestação que a associação que representa o tecido empresarial do Alto Minho tem feito à cobrança de portagens naquela autoestrada.
António Saraiva explicou que a visita a Viana do Castelo se insere num conjunto de deslocações que tem realizado a nível nacional no sentido de “ir ao terreno ouvir os empresários e transmitir-lhes uma mensagem de esperança”.
Adiantou que dos contactos que tem estabelecido com associações e empresários de diferentes zonas do país as principais preocupações que lhe têm transmitido prendem-se com “a necessidade da promoção do investimento, da inovação, de crescimento da competitividade e de estímulo à diferenciação”.
Questionado sobre a capacidade de captação de investimento para o Alto Minho, António Saraiva referiu que os empresários, sobretudo do setor automóvel têm-se, “de uma forma crescente”, atraídos pelo território pela “proximidade com o polo automóvel situado na Galiza, destacando também o desenvolvimento dos antigos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, concessionados ao grupo português West Sea.
Na deslocação a Viana do Castelo o presidente da CIP participa ainda num jantar –debate com o tecido empresarial da região para falar dos principais desafios que se colocam à economia portuguesa.
A inovação e a qualificação dos trabalhadores e empresários foi um dos desafios que destacou, defendendo que a aposta na inovação tem de ser “firme” bem como “e na requalificação de produtos e recursos humanos como forma de conquistar novos mercados”.





















