Secretaria de Estado das Comunidades está a acompanhar portugueses retidos em navio-cruzeiro no México
17 Maio 2020, 9:53
A secretária de Estado das Comunidades diz que a rede diplomática tem acompanhado os 14 portugueses retidos há mais de 75 dias em navios-cruzeiro, mas explicou que têm sido impedidos de sair pelo México e Estados Unidos.
“A situação das tripulações retidas em navios-cruzeiro, ao largo dos Estados Unidos e México, está a ser acompanhada de forma muito próxima pela rede diplomática, no sentido de garantir o desembarque das tripulações”, afirmou Berta Nunes.
O desembarque encontra-se, no entanto “impedido pelas normas sanitárias e de segurança em vigor naqueles países”, acrescentou.
O caso passa-se com a tripulação de vários navios da companhia Seabourn, que ficaram retidos ao largo do México e dos Estados Unidos no âmbito das medidas de segurança aplicadas para conter a pandemia da covid-19.
A secretária de Estado das Comunidades assegurou que “a rede diplomática tem feito diligências, em conjunto com outros países com nacionais retidos a bordo, tanto junto das empresas, como das autoridades norte-americanas e mexicanas”.
O objetivo das diligências é, segundo Berta Nunes, procurar que, “no diálogo com empresas e autoridades locais, os cidadãos nacionais possam ser autorizados a desembarcar o mais rapidamente possível”.
“No que respeita ao navio Konigsdam, com 12 nacionais a bordo, entre quase duas centenas de tripulantes europeus, prosseguem diligências para que seja autorizado o desembarque pelas autoridades locais e federais do México”, concluiu.
Entre os 14 portugueses encontra-se uma jovem de Ponte da Barca, Margarida Sá.




















