VianaPolis reclama 845.197,80 euros a moradores do prédio Coutinho pelo adiar da desconstrução
22 Janeiro 2020, 19:52
A Vianapolis interpôs, no dia 14, no tribunal de Viana do Castelo, uma ação de responsabilidade civil contra o que classifica de "ocupantes" do prédio Coutinho, para ser ressarcida de 845.197,80 euros pelo adiar da desconstrução do edifício.
Em comunicado, a sociedade diz estar em causa a “não entrega voluntária das chaves das frações, o que deveria ter ocorrido na sequência da sua posse administrativa e, de modo ainda mais evidente, após a propriedade das frações ter sido judicialmente adjudicada à VianaPolis”.
A ação agora apresentada foi anunciada a 05 de julho do ano passado, pelo ministro Matos Fernandes. Na altura, em declarações aos jornalistas, em Viana do Castelo, o governante disse que os últimos moradores no prédio Coutinho iriam ser processados pelos custos causados ao Estado, desde outubro de 2016, com o adiar da desconstrução do edifício.
Matos Fernandes adiantou que a sociedade VianaPolis “custa cerca de 30 mil euros por mês”.
Além daquela ação, os últimos moradores começaram a ser ouvidos, em dezembro, no âmbito de uma queixa-crime interposta, em junho último, pela sociedade, por “ocupação ilegal de bem público”.




















