Homenagem a 26 personalidades encheu teatro Sá de Miranda nos 169 anos de Viana
21 Janeiro 2017, 1:47
A homenagem às 26 personalidades ligadas à cultura e ao ensino, empresas e instituições locais de várias áreas, distinguidas este ano pela Câmara Municipal de Viana, no aniversário de elevação a cidade, encheu, esta sexta-feira à noite o Teatro Municipal Sá de Miranda. A sessão solene que assinalou o 169 anos de elevação a cidade foi marcada pela atribuição de 26 títulos honoríficos a personalidades propostas pela maioria socialista na autarquia, pelo PSD e pela CDU.
1 – Cidadão de Honra
Agostinho da Rocha Ferreira dos Santos- Natural de Cinfães do Douro, onde nasceu em 10 de Agosto de 1944, emigrou para o Brasil, onde já se encontrava o seu pai, em 1959 com sua mãe e seus irmãos mais novos.
Com a sua entrada no Rancho Folclórico da Casa do Minho, onde foi dançarino, acordeonista e depois diretor do grupo folclórico até ao ano de 1975, começou a interessar-se pela vida associativa. De 1975 a 1980, assumiu a vice-presidência da Casa do Minho, tendo, nesta data, assumido a presidência, apesar da oposição por não ser natural do Minho.
Exerceu as funções de presidente da Casa do Minho de 1980 a 1984, 1988 a 1992 e de 1998 até hoje, com o objetivo de tornar a Casa do Minho a embaixada das tradições minhotas no Brasil. Para isso, implementou intercâmbios culturais e folclóricos com esta região promovendo a deslocação de Câmaras Municipais, Grupos Folclórico e outras entidades do Alto e Baixo Minho ao Rio de Janeiro e procurou promover a cultura e as tradições minhotas por todo o Brasil.
Outro aspeto da sua intervenção associativa e social é a Obra Portuguesa de Assistência, da qual assumiu a presidência em 1985, tendo modernizado o Hospital Egas Moniz, ampliando- o de 30 para 80 camas, 4 salas de cirurgia e um novo CTI. Apesar das dificuldades, a Obra portuguesa sempre ajudou a comunidade portuguesa na área da saúde e cuidados médicos, em especial no apoio à velhice subsidiando a permanência em lares de idosos.
Em Dezembro de 2016, foi inaugurada a nova sede da Obra Portuguesa de Assistência à qual continua a presidir.
Agostinho Santos recebeu o título de Comendador do Governo Português por serviços prestados à pátria. É Diretor do Real Gabinete de Leitura e Sócio Conselheiro de várias instituições luso-brasileiras.
Francisco Seixas da Costa – Nasceu em 1948, em Vila Real, cidade onde seu pai, vianense, havia sido colocado como funcionário público. Aí completou o ensino secundário, passando as férias de juventude em Viana do Castelo, onde mantém família. Em 2016, foi Presidente da Comissão de Honra das Festas da Nossa Sra d`Agonia, romaria que regularmente o tem trazido a Viana do Castelo.
Licenciou-se no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Posteriormente ao movimento de 25 de Abril de 1974, em que participou como oficial miliciano, foi assessor da Junta de Salvação Nacional.
Entrou por concurso público no serviço diplomático, em 1975. Esteve inicialmente colocado nas embaixadas em Oslo, Luanda e Londres. Exerceu também funções de chefia no quadro do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Entre 1995 e 2001, foi Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, nos dois Governos chefiados por António Guterres.
Em 2001, regressou à carreira diplomática, como embaixador junto da ONU, em Nova Iorque. No ano seguinte, em Viena, chefiou o Conselho Permanente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, durante a presidência portuguesa da organização, junto da qual foi embaixador. Em 2005, foi nomeado embaixador no Brasil e, a partir de 2009, em França. Aqui, assumiu funções, cumulativamente, como embaixador não-residente no Mónaco e junto da UNESCO e da União Latina.
Aposentou-se do serviço público em 2013. Durante um ano, dirigiu o Centro Norte-Sul, do Conselho da Europa. É atualmente consultor estratégico da empresa Mota-Engil, administrador da empresa Jerónimo Martins, administrador da empresa Mota-Engil África e administrador da empresa EDP Renováveis. Preside ao Conselho Consultivo internacional da Fundação Calouste Gulbenkian.
Exerce funções docentes, como professor convidado, na Universidade Autónoma de Lisboa e na Universidade Europeia. Desde 2016, integra, a convite do Presidente da República, o Conselho das Ordens de Mérito Civil. É membro do Conselho Consultivo da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e do Conselho de Faculdade da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Integra o Grupo de Estudos de Segurança, da Universidade Nova de Lisboa. Faz parte da direção do Clube de Lisboa, responsável pelas Conferências de Lisboa. É colunista de dois jornais diários e de duas revistas, sendo comentador regular, na televisão e na rádio, sobre temas internacionais.
Foi presidente do Conselho Geral da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e membro do Conselho Geral de Fundação Cidade de Guimarães. Tem sete livros publicados, quatro dos quais sobre temas europeus e internacionais. Proferiu conferências e palestras em mais de três dezenas de países, sobre assuntos da sua especialidade. Em Portugal, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e com comendas da Ordem do Infante Dom Henrique e da Ordem do Mérito. Possui condecorações atribuídas pelo Reino Unido, Espanha, França, Bélgica, Polónia, Grécia, Roménia, Noruega e Brasil. É cidadão honorário de Brasília e, em Portugal, recebeu a medalha de ouro das cidades de Vila Real e de Elvas.
Gérald Bloncourt – Nasceu no Haiti em 1926, país de onde foi expulso no final da década de 1940 por razões políticas, tendo passado a residir em Paris onde iniciou uma carreira de fotojornalista.
Foi ao colaborar com jornais de esquerda como “L’Humanité” e “La Vie Ouvrière”, entre outros, que Bloncourt descobriu os bairros de lata portugueses nos subúrbios da capital francesa, os quais considerou uma forma de escravatura moderna devido às degradadas condições de vida dos emigrantes.
O primeiro “bidonville” que o repórter fotografou foi o de Champigny-sur-Marne, nos arredores de Paris. Os relatos que ouviu nos bairros de lata levaram Gérald Bloncourt a querer descobrir Portugal e a fotografar as rotas clandestinas dos que tentavam fugir à ditadura, num percurso que ficou conhecido como “O Salto”.
Anos depois, o fotógrafo regressou a Portugal, onde aterrou nas vésperas do 1.º de maio de 1974, para fotografar o 1º Maio em liberdade perante mais de um milhão de pessoas com cravos e um povo em júbilo.
As imagens do fotógrafo de 90 anos já integraram várias exposições em Portugal e França, fazendo parte do arquivo da Cité nationale de l’histoire de l’immigration, em Paris, e do Museu das Migrações e das Comunidades de Fafe.
Além de fotógrafo, Gérald Bloncourt é pintor e poeta, tendo participado na criação do Centro de Arte Haitiana (1944) e tendo publicado vários livros, com destaque para “Le Paris de Gérald Bloncourt” (2010).
O espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, constitui um marco da maior importância para a história portuguesa do último meio século.
Henrique Rodrigues da Mata – Nasceu em Viana do Castelo em 6 de maio de 1936, onde vive e onde tem exercido a sua atividade profissional de licenciado em Direito, desempenhando funções ligadas a esta área profissional, primeiro como subdelegado do Procurador da Republica e depois como advogado e consultor jurídico.
No entanto, a sua vida não se esgota na área profissional, sendo de realçar a sua intervenção autárquica, cívica e percurso associativo, ao serviço das várias coletividades e instituições.
Foi Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo de 1983 a 1986, deputado à Assembleia da Republica pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo, membro da Delegação Comarcã de Viana do Castelo da Ordem dos Advogados, Presidente da Direção do Sport Clube Vianense, Presidente do Rotary Clube de Viana do Castelo, Delegado Regional do Secretariado para a Juventude e membro da Comissão Diretiva, membro do Gabinete de Atendimento à Família (GAF) e do seu Conselho Geral, Presidente da Confraria de Santa Luzia, Zelador da Cruz Vermelha, Presidente da Assembleia Geral da Associação de Futebol de Viana do Castelo, Presidente da Assembleia Geral da Casa dos Rapazes, entre outros cargos que sempre desempenhou com dedicação e empenhamento à causa pública.
Pelo exercício das suas funções e pelo seu percurso pessoal e profissional foram-lhe atribuídos diversas distinções, como Sócio Honorário da Casa do Minho do Rio de Janeiro-Brasil, Membro Honorário da Liga dos Amigos do Hospital de Viana do Castelo, Sócio Honorário da Associação de Futebol de Viana do Castelo e Sócio de Mérito da Federação Portuguesa de Futebol.
No passado dia 19 de Maio 2015, nas comemorações do Dia do Advogado, foi-lhe atribuída a Medalha de Honra da Ordem dos Advogados, pelo seu elevado mérito e honorabilidade no exercício da advocacia, e pelo assinalável contributo, ao longo da sua vida de advogado e de cidadão, em prol da dignidade da Advocacia Portuguesa e do prestígio da Ordem dos Advogados
Martin Michaeli – Nasceu em 4 de Julho de 1936 em Saint-Ingbert (Alemanha), mas desenvolve a sua vida e atividade profissional em França, descendendo de uma família ligada ao comércio de calçado.
Realizou a sua formação na Escola de Comércio de Sarrebruck, no Colégio de ensino técnico das indústrias do couro e do calçado em Pirmasens (República Federal da Alemanha), Sloane Business School (Massachusetts Institute of Technology), Management skills and psychology (U.S.A), sendo engenheiro do calçado, estilista e modelista.
Criou a empresa MEPHISTO, em 1963, em França, onde assumiu os cargos de Presidente Diretor Geral de 1963 a Novembro de 2004, e Presidente do Conselho de Supervisão do Grupo MEPHISTO de 2004 a 2012.
Foi distinguido com o Oscar da Exportação em 1985 e 1994 e com o Sapato de Cristal – melhor marca de calçado de França – em 1999, 2000 e 2004.
Em 1999, ganhou o Grande Prémio do Empreendedor que distingue o empreendedor mais bem sucedido de França.
É o principal fundador da Mephisto Portugal, constituída em 2 de dezembro de 1986, empresa de sucesso, sita na Zona Industrial do Neiva, que emprega atualmente cerca de 450 trabalhadores, apetrechada com tecnologia adequada e inovadora, que permite a produção de cerca de 3.800 pares de sapatos diários.
Em 2016 a Mephisto iniciou um novo investimento de seis milhões de euros, criando mais 50 novos postos de trabalho, para uma nova unidade de produção industrial com mais de três mil metros quadrados de área de implantação
Foi galardoado com o grau de Cavaleiro da Legião de Honra e de Cavaleiro da Ordem Nacional de Mérito.
Raimundo Moreno Delgado, Professor Emérito da Universidade do Porto, nasceu em Viana do Castelo em 22 de Maio de 1950.
Licenciou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) em 1973, obteve o grau de Doutor em Engenharia Civil (Estruturas), em 1985, e a Agregação em Engenharia Civil (Estruturas) em 1996.
Foi Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, na qual, em 2012, obteve o prémio de excelência pedagógica da FEUP, Presidente do Conselho de Representantes da FEUP, Diretor do Programa Doutoral em Engenharia Civil da FEUP, Presidente do Instituto da Construção e Diretor do Laboratório de Engenharia Sísmica e Estrutural.
Em 2012, obteve o prémio de excelência pedagógica da FEUP
Foi também, coordenador de um grupo de investigação no domínio da Dinâmica Estrutural atualmente constituído por catorze doutorados.
Na atividade científica, as suas áreas de Interesse centram-se predominantemente no estudo dos efeitos dinâmicos em pontes em vias de alta velocidade, no estudo do comportamento e risco sísmico de pontes e edifícios e no reforço de estruturas.
Orientou uma dezena de teses de doutoramento e duas dezenas de teses de mestrado e é autor de duas centenas de trabalhos científicos, publicados em revistas, livros e congressos.
No exercício de atividades no âmbito da engenharia civil foi autor, colaborador e consultor em vários projetos de estruturas.
Atualmente é professor catedrático emérito da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Membro da Ordem dos Engenheiros
Rodolfo de Passos Chavarria. Nasceu em 20 de Maio de 1923, na Ribeira em Viana do Castelo.
É o pescador mais idoso desta comunidade piscatória, verdadeiro repositório dos saberes e tradições das artes de marear, sendo, por isso, muito procurado por todos quantos os que têm dúvidas sobre as tradições marítimas dos vianenses.
Dedicou toda a sua vida à pesca, tendo andado embarcado desde os 12 até aos 58 anos, e exerceu todas as categorias desde moço até ter chegado a Mestre de Navios.
A sua coragem, valentia e dedicação profissional são reconhecidas por todos, realçando – se a sua atitude na condução do navio José Alberto, da Figueira da Foz, atingido por um furacão, que salvou os seus 80 tripulantes.
Foi também o principal responsável pela restauração da Capela de Santa Catarina, tendo sido seu zelador durante várias décadas.
2 – Cidadão de Mérito
Álvaro Fernandes Sales Gomes – nasceu em Santa Marta de Portuzelo em 19 de Dezembro de 1948 e é filho de Álvaro do Rego Sales Gomes, artesão que, na década de 50, a pedido da Comissão de Festas da Romaria de Santa Marta de Portuzelo, criou a famosa vela votiva de Santa Marta de Portuzelo, com o intuito de esta ficar ligada à Santa e à freguesia e servir de atributo à mordoma de Santa Marta.
Do rol da sua produção do artesanato local fazem parte, além das velas votivas, os palmitos, os tabuleiros de oferendas, as ornamentações de gala e os andores para as procissões.
Após a morte de seu pai, não parou de produzir a vela votiva para que esta continuasse a figurar nos cortejos da mordomia. Grande apaixonado pela Romaria da sua terra, Santa Marta de Portuzelo, continua ano após ano a produzir e gentilmente ceder as sua velas às mordomas da festa, não deixando que esta tradição termine, estando sempre disponível para a sua produção e promovendo- a para que outros que a façam e usem, respeitando sempre a sua origem.
António José Gonçalves Mesquita – Nasceu a 13 de Maio de 1952, na Meadela, Viana do Castelo, tendo iniciado aos 18 anos as dádivas benévolas de sangue.
Ciente da importância da dádiva de sangue, em 1996 formou o Núcleo de Dadores de Sangue da Meadela, que funcionou como Núcleo durante quatro anos.
Em 2000, foi criada a Associação de Dadores de Sangue da Meadela, da qual é Presidente da Direcção até aos nossos dias.
Desempenhou diversos cargos na Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue FEPODABES, sendo de 2003 a 2004 secretário da Assembleia Geral e de 2005 a 2006 Vogal da Direcção, e de 2007 a 2008 -Presidente da Área Norte desta Associação.
Em 2000, foi co fundador do Núcleo de Dadores de Sangue da Escola Agraria de Ponte de Lima e da Associação de Sangue da freguesia de Areosa.
Esteve, também, na génese da Liga dos Amigos do Hospital de viana do Castelo, da qual foi vogal da direção de 1994 a 2004.
Pelo seu empenhamento na promoção da dádiva benévola de sangue, o Instituto Português do Sangue atribui-lhe o Certificado de Reconhecimento de Cidadão Exemplar em 2009.
Depois de vários anos como bombeiro voluntário, durante os quais recebeu várias medalhas e louvores, ingressou na Associação da Velha Guarda dos Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo, da qual é presidente da Direcção desde 2001 até hoje.
Augusto Canário – Augusto de Oliveira Gonçalves – Nasceu na freguesia de Anha em 7 de Abril de 1960 e a par da sua vida profissional, tem promovido Viana do Castelo através da música popular.
Cantador ao desafio e tocador de concertina (por paixão) conta mais de trinta e cinco anos de dedicação à música tradicional/popular, através da participação em vários grupos e projetos musicais, dos quais se destaca o grupo CANTARES DO MINHO (de que foi fundador).
Foi congregando outros tocadores e cantadores que o acompanham nas várias atuação ao longo do país e do estrangeiro, tendo atualmente uma BANDA perfeitamente definida, em que a concertina ocupa um lugar de destaque, bem como o cantar ao desafio (desgarrada).
Destaca-se particularmente pela sua capacidade de comunicação e dinâmica em palco e pela sua qualidade de repentista e “cantador ao desafio” com estrofes caraterizadas por perspicácia, graça e acutilância, sejam de tipo brejeiro, sejam de cariz satírico e de crítica sociopolítica.
É um dos mentores e um dos principais dinamizadores da recuperação da concertina, enquanto instrumento popular na música de cariz tradicional, especialmente na região norte do país.
Carlos Jorge Camacho da Corte – Nasceu em 8 de Outubro de 1956, em Angola, tendo iniciado a atividade gímnica com 6 anos em Benguela.
Durante o seu percurso como atleta, em 1974, foi campeão nacional de ginástica desportiva de 3ª categoria, campeão nacional de argolas, 3ª classificado em barra fixa, vencedor do Encontro Moçambique Angola em ginástica Desportiva 1974, e 1º classificado por equipas do encontro Moçambique Angola em Ginástica Desportiva.
Assumiu o cargo de Treinador de Ginástica de Trampolins da Escola Desportiva de Viana, coordenando agora as atividades gímnicas de competição na área da ginástica de trampolins.
Conquistou, como treinador de Ginástica de Trampolins da secção de Ginástica da Escola Desportiva de Viana, incontáveis títulos Distritais Regionais e Nacionais nas especialidades de Minitrampolim, Duplo Minitrampolim, Trampolim Individual e sincronizado.
Nos dois últimos Campeonatos Nacionais (sem mencionar os Campeonatos Distritais e provas Qualificativas), os seus ginastas garantiram na Época 2014/2015 o 1º lugar Trampolim Individual Juvenil Feminino, o 1º lugar Trampolim Sincronizado Sénior Feminino, o2º lugar por equipas Duplo Minitrampolim Sénior Feminino, o 2º lugar Trampolim Individual Iniciados Femininos, o 2º Lugar Trampolim Sincronizado Infantil Masculino, o 3º lugar Trampolim Sincronizado Infantil Feminino e na Época 2015/2016 o 2º lugar Duplo Minitrampolim Iniciado Feminino, o 2º lugar Trampolim Sincronizado Iniciado Masculino, 3º Lugar Trampolim Individual Júnior Feminino, e três apuramentos para a Taça de Portugal em Duplo Minitrampolim e dois apuramentos para a Taça de Portugal em Trampolim Individual
Desde 1993 que participa em Campeonatos Nacionais, Regionais e Distritais e Taça de Portugal de Trampolins sob a égide da F.P.T.D.A. (Federação Portuguesa de Trampolins e Desportos Acrobáticos) nas especialidades de minitrampolim, duplo minitrampolim, trampolim individual e sincronizado.
Com a extinção da F.P.T.D.A. passou a participar nos campeonatos Nacionais, Distritais, provas Qualificativas e Taça de Portugal, torneios sob a égide da F.G.P. (Federação de Ginástica de Portugal).
Tem participado em torneis como “Loulé Cup”, “Feira Cup” e outros.
Enfermeiro de profissão, possui os cursos de Treinador de 1ºNível de Trampolim e Desportos Acrobáticos, de Treinador de 2º Nível de Treinador de Trampolins, de Treinador de 3º Nível de Treinador de Trampolins, de Treinador de Ginástica de Trampolins Grau III – Especialização Trampolins, de Treinador de Ginástica de Trampolins Grau I – Especialização Tumbling e a Cédula de Treinador de Desporto – Ginástica de Trampolins – Grau III.
Cecilia de Jesus Ribeiro Martins – Nasceu na freguesia da Torre em 22 de Maio de 1936, sendo a fundadora do Juventude e Alegria da Torre – Grupo de Danças e Cantares do qual assume até hoje a sua direção.
Inicialmente pensado como um rancho infantil, acabou por ser tornar num popular grupo para miúdos e graúdos, tendo várias gerações e famílias por lá passado ao longo dos seus 30 anos de existência.
Devem-se à D. Cecília e ao Grupo de Danças e Cantares grande parte das atividades lúdicas e culturais que acontecem na freguesia como espetáculos de teatro, promoção de atividades artesanais ou de ensino musical, atividades religiosas ou solidárias.
Continua a manter inúmeras atividades na paróquia e na freguesia que a tornam impossível de substituir, com o seu talento de bordar e costurar, de trabalhar a palma, de tocar, de conhecer a história da freguesia, preservando e guardando as suas tradições.
Manuel das Dores Martins“ O Levinho, – Também conhecido por Mestre Levinho, nasceu na freguesia da Meadela em 15 de dezembro de 1929.
Artífice autodidata na produção artesanal de gigantones e cabeçudos, Mestre Levinho, juntamente com a Maria Taipeira de Darque, marcaram a produção destas típicas figuras Vianenses no século XX e que constituem um dos quadros mais icónicos da Romaria da Sra. d`Agonia.
Iniciou esta produção na sua oficina em casa, enquanto trabalhava na Quinta de Santoinho. Também são da sua autoria os arcos das marchas que continuam a alegrar o típico arraial minhoto no Santoinho.
Maria Arminda Maciel “ A Taipeira” Nasceu em 6 de Outubro de 1909, em Darque, onde faleceu em 19 de Janeiro de 1985.
Continuando o trabalho de seu pai, foi uma das pessoas que mais contribuiu para que a tradição dos gigantones e cabeçudos de Viana do Castelo atingisse o relevo de hoje, conhecidos como um dos quadros mais emblemáticos da Romaria da Sra d`Agonia.
Mantendo uma tradição já centenária dos “Gigantones e Cabeçudos”, “ A Taipeira” destacava-se durante o desfile, animando, organizando e dirigindo o grupo de cabeçudos e gigantones com uma pequena chibata, ao ritmo dos bombos e gaitas dos Zés Pereiras.
De saia preta, avental e camisa florida era conhecida e reconhecida por todos os que assistiam ao cortejo, tornando-se uma figura indissociável das festas d´Agonia.
Mário Rocha- Nasceu em Perre, Viana do Castelo, em 1954 e dedica-se à pintura desde 1968. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, no Porto, onde estudou com o Mestre Álvaro Rocha, excecional Ceramista e nome ímpar do panorama artístico português.
Atualmente reside em Gondomar onde tem um atelier próprio.
Desde 1975 já participou em inúmeras exposições individuais e coletivas por todo o país e no estrangeiro de onde se destaca Espanha, Luxemburgo e França.
Em 2010 participou na Exposição Internaciona Vive-Arte 2010, Galeria de Arte Sala-Taller María Nieves Martín, Casa de Cultura, en Villafranca de los Barros (Extremadura). A sua Obra está representada em várias coleções particulares e oficiais, em Portugal e no estrangeiro, destacando-se com 22 quadros na Assembleia da República Portuguesa.
É mentor do evento Artístico “Arte na Leira”, que organiza desde 1999, sendo um dos principais impulsionadores da Pintura e da Cerâmica, no Norte do País.
É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes e, em 2015, foi condecorado com o grau de Comendador da Ordem do Mérito pelo Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva.
Padre Manuel Maciel Fraga – Nasceu em 12 de Julho de 1948 e foi padre em Deão e posteriormente em Darque, tendo sido nesta freguesia que mais desenvolveu o trabalho junto da Comunidade na assistência e intervenção social.
Iniciou o projeto de luta contra a pobreza em Darque na década de 80 e criou o primeiro ATL, recuperando a casa da paróquia para a instalação desta valência para crianças carenciadas.
Este projeto de Luta Contra a Pobreza “A Ponte”, em parceria com a Segurança Social, tinha como objetivo apoiar as famílias carenciadas, retirar da rua as crianças em risco, criando vários ateliers onde, após o horário letivo e durante as férias, eram acompanhadas a vários níveis proporcionando-lhes um desenvolvimento integral.
Iniciou a construção e dinamização do Centro Paroquial de Promoção Social e Cultural de Darque – fundado em 7 de Dezembro de 1989 – com o intuito de contribuir para a promoção integral de todos num espírito de solidariedade humana, cristã, social e cultural, criou várias valências de carácter social, como CATL, Creche, Estrutura Residencial para Idosos, Centro de Dia para Idosos e Apoio domiciliário.
Atualmente a Creche e o ATL funcionam em edifício construído de raiz e em paralelo com estas valências, foi também construído um edifício para Estrutura Residencial para Idosos, e Unidade de Cuidados Continuados de Média e Longa Duração, respondendo assim às necessidades da população Darquense e da região de Viana do Castelo.
Em 2015, é dispensado, por motivos de saúde, de pároco da paróquia de S. Sebastião de Darque.
Sérgio Maciel – Residente em Darque, Viana do Castelo, onde nasceu em 10 de Junho de 1998, é atleta do Darque Kayak Clube desde 2006.
Em 2014 foi Campeão nacional de fundo C1 cadete e Campeão nacional pista C1 cadete 200m. Em 2015 venceu a Maratona Internacional de Crestuma C1 Júnior e foi prata na descida internacional do Rio Minho.
Em 2016 foi Campeão nacional maratonas C1 júnior, ingressou na Seleção Nacional e logo na primeira prova sagrou-se Campeão Europeu de maratonas C1 júnior 2016.
Venceu a Short Race da Taça do Mundo de Maratonas.
No mesmo ano sagrou-se Vice-campeão do mundo de maratonas C1 júnior 2016, onde ficou conhecido por um gesto de fair play que deu título ao colega de equipa, já que ao aperceber-se que este não tinha cruzado devidamente a meta, esperou por ele dando-lhe a vitória, e alcançou o terceiro lugar C2 júnior no mesmo Campeonato do Mundo.
A sua prestação no Campeonato do Mundo de Maratonas, com este feito extraordinário de fair play, valeu-lhe a atribuição do prémio ética no desporto 2016 pelo Comité Olímpico Português, assim como a atribuição do prémio de ética desportiva 2016 pelo Penatlon Clube de Lisboa.
3 – Instituição de Mérito
Conferência de S. Vicente Paulo da Paróquia de Nossa Senhora da Vinha – A Conferência Vicentina de Santa Maria de Vinha de Areosa foi fundada por um grupo de amigos da Comunidade Paroquial de Areosa em 16 de Junho de 1916, e registada em Paris no dia 30 de Novembro do ano de 1916, de acordo com os ideais e práticas de S. Vicente de Paulo.
É um movimento católico de leigos, que se dedica sob o influxo da justiça e da caridade, à realização de iniciativas destinadas a aliviar o sofrimento do próximo, em particular dos social e economicamente mais desfavorecidos, mediante o trabalho coordenado de seus membros.
As atividades desenvolvidas por esta Conferência Vicentina centram-se essencialmente na entrega de bens de cariz material, nomeadamente roupas, alimentos, medicamentos, e outros bens de primeira necessidade.
A ação vicentina preocupa-se com a promoção do homem na sociedade através de um sentimento de afeto e respeito pela dignidade de cada pessoa.
Associação da Casa do Povo de Lanheses- Fundada em 1936 e de natureza semi-administrativa e corporativa, a Associação da Casa do Povo de Lanheses tinha, como finalidade, prestar apoio às populações rurais.
Atualmente, esta associação constitui um inegável polo de desenvolvimento e de apoio social, criando estruturas e concentrando esforços de consolidação cultural, recreativa e desportiva, participando em competições desportivas de futebol sénior e juvenil, (com a extinta FNAT e com os campeonatos distritais, até ao aparecimento da “União Desportiva de Lanheses”), de basquetebol, hoje uma das suas principais atividades desportivas, onde tem granjeado galardões diversos, formação eclética nas modalidades de ginástica e de poli-desporto, para as camadas mais jovens, desenvolvimento ocasional de apoio em tempos livres a crianças e jovens e lançamento de iniciativas pontuais e de eventos destinados a participação da população local.
Desde a década de 40, que detém nas suas estruturas um grupo de folclore, que, refundado em 25 de Maio de 1980 e com atividade corrente e sem qualquer interrupção, se denomina Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses e tem como ponto alto da sua atividade o festival anual de folclore da Casa do Povo de Lanheses, no primeiro sábado do mês de agosto.
O Grupo de Teatro de Lanheses teve assento nesta instituição, denominando-se, como secção da associação de “ Grupo Cénico da Casa do Povo de Lanheses” e tem levado a cena inúmeras iniciativas e apresentação de peças de teatro, revista e de variedades, sedeando-se atualmente nas instalações da Junta de Freguesia, onde dispõe de equipamento mais adequado à sua função e finalidade.
Associação da Casa do Povo de Vila Nova de Anha – Fundada em 1936 e de natureza semi-administrativa e corporativa, a Associação da Casa do Povo de Vila Nova de Anha tinha, como finalidade, prestar apoio às populações rurais.
Ao longo dos seus oitenta anos de existência, a Associação da Casa do Povo de Vila Nova de Anha foi sede da Junta de Freguesia (de Paróquia), acolhendo, desde muito cedo, um dos primeiros postos de saúde da zona e a estação dos correios. Foi posto do registo civil, foi, ainda, entreposto do grémio de lavoura, sede da mútua de gado e acolheu iniciativas de cariz social (creche e jardim de infância).
Apoiou, também, iniciativas de caráter cultural e desportivo – grupo de teatro, movimento desportivo, grupo de futebol do INATEL, secção de ginástica, entre outros, e criou a “Tuna e Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha, para além de ter acolhido durante vários anos a Banda da Casa do Povo de Anha, anteriormente designada por “Banda do Carvalho”
A sua atividade tem dado corpo aos grandes pilares em que estatutariamente assenta, desde a sua génese, até aos nossos dias e de forma ininterrupta.
Grupo de S. Paulo da Cruz (Barroselas) Fundado em 1966, o primeiro nome dado a este grupo foi simplesmente “Grupo S. Paulo”. Nasceu quando se formaram os primeiros Missionários Passionistas Portugueses, cujos primeiros anos de formação tiveram lugar no Seminário de Barroselas. O Grupo S. Paulo principiou por ser um Grupo de Teatro e de Desporto.
O Sector do Folclore, fundado em 1970, é reconhecido, não só pelo seu mérito e valor e pelas brilhantes atuações por todo o País e em Espanha, mas também pelos Festivais Folclóricos que foram organizados pelo Grupo de S. Paulo da Cruz.
O Sector Juvenil tem sido uma das áreas mais acarinhadas. É constituído por jovens e adolescentes, que dão o seu contributo essencial e entusiástico para o brilhantismo das festas próprias do Grupo e de uma maneira muito especial nas celebrações litúrgicas.
O Grupo Coral, que ganhou novo impulso nos anos oitenta, continua a mostrar saber a arte musical. Para além da sua presença habitual nas Eucaristias na Igreja do Seminário Passionistas, tem participado e organizado Encontros de Coros e dado também alguns Concertos na Igreja do Seminário dos Missionários Passionistas desta Vila.
O Grupo S. Paulo, para além das atividades específicas de cada Sector, tem vindo a fomentar outras paralelas e muito motivadoras e importantes. Referem-se apenas as mais significativas: “Todo o trabalho do Ciclo do Linho”; “Trabalho aos Teares”; “Espadelada”; Bordados;” Marchas da Vila de Barroselas”; “Canto das Janeiras” e Escola de Música e respetivas Audições para a população em geral.
O nome oficial do Grupo S. Paulo passou a ser, desde oito de Dezembro de mil novecentos e oitenta e seis, data da aprovação dos seus Estatutos, “Grupo S. Paulo da Cruz”, em honra do fundador da Congregação dos Missionários Passionistas, que tem o mesmo nome.
Grupo Etnográfico de Areosa – Desde 1966 que o GEA promove, na freguesia de Areosa, em Viana do Castelo, diversas atividades de promoção cultural e patrimonial, dinamizadas por cidadãos daquela freguesia.
Após um final da década de 60 marcado pelas primeiras aparições a nível nacional, como a primeira viagem a Lisboa ou a primeira presença nos programas da RTP, o GEA viria a ser presidido, em 1974, por Alberto Rego, que acumulou posteriormente essa função com várias outras responsabilidades a nível regional, nacional e internacional.
Em 1979, a primeira viagem ao estrangeiro do Grupo Etnográfico da Areosa abriu caminho para outras deslocações posteriores, num total de doze países e três continentes.
Atualmente com sede própria, o GEA promove um conjunto significativo de atividades, tendo participado na organização de todas as edições do Festival de Folclore Internacional do Alto Minho até à XX Edição, e colaborado nas festas da freguesia de Areosa e nas da cidade de Viana do Castelo.
Após cinquenta anos de atividade, o GEA continua a ser uma referência no folclore alto minhoto, pautando-se por critérios de autenticidade no traje e tradições.
Casa Peixoto – Fundada há 40 anos, a Casa Peixoto comercializa e distribui materiais de construção, sendo uma referência no seu sector de atividade pelos seus serviços personalizados e pela sua oferta abrangente, pelas soluções inovadoras que propõe e pelo design dos seus produtos. Empresa familiar de reconhecida experiência e know-how, posiciona-se pela capacidade de resposta às exigências do seu mercado e por ter uma atitude responsável face ao ambiente. A sua missão, corporizada na sua assinatura “Ideias construtivas”, é assegurar uma solução transversal e integrada aos seus clientes, abrangendo os segmentos da construção, bricolage, decoração, entre outras atividades essenciais ao sector da construção.
A somar aos produtos de marcas conhecidas, a Casa Peixoto disponibiliza ainda serviços de desenvolvimento de projeto, para o que conta com equipas especializadas em engenharia, design e arquitetura.
Ao longo dos anos tem sido objeto de grandes investimentos e possui agora instalações em Viana do Castelo, Braga e Lisboa.
Costa & Rego, Lda – Empresa familiar do sector da metalomecânica, fundada em 1982, tem como objeto as construções metálicas e estruturas metálicas diversas, equipamentos para apoio a unidades industriais, manutenção/ reparação industrial e naval.
Para responder adequadamente ao mercado, a Costa & Rego, Lda dá especial atenção à inovação, à qualidade e à capacidade de resposta refletida nos prazos de execução garantindo assim a fiabilidade dos equipamentos, segurança e assistência técnica ao bom funcionamento dos mesmos.
Certificada pela APCER segundo a norma ISO 9001-2000 desde Novembro de 2000, a Costa & Rego, Lda possui um vasto parque de máquinas que asseguram a prestação de serviços que vão da tornearia e fresagem à serralharia civil e mecânica, e dispõe de quadros técnicos e pessoal qualificado para satisfazer as todas as exigências desde o projeto, à construção, montagem e comercialização.
No sector em que desenvolve a sua atividade é já uma das mais importantes empresas da região, fabricando produtos de qualidade para várias empresas de renome nacional e internacional, sediadas na região e no estrangeiro.
JAROJUPE – Os Jarojupe são a mais antiga banda rock minhota, tendo iniciando a sua atividade, no final da década de 70.
Natural de Santa Marta de Portuzelo, o nome da banda Jarojupe é um acrónimo de Jaime, Rosa, Juca e Pedro, os quatro irmãos que a formavam inicialmente.
Os Jarojupe, nome incontornável na história do rock português, foram lançados por Júlio Isidro, em 1980, no programa “Febre de Sábado de Manhã”.
Nesta altura, já chamavam a atenção da imprensa e do público português após a vitória no concurso Grande Noite do Rock, que deixou em segundo lugar os Sétima Legião.
Editaram o primeiro álbum com temas originais em 1981, tocaram no “Rock Rendez-vous” em Lisboa e seguiram-se concertos ao lado de nomes como Jesus and Mary Chain, The Stranglers, Iron Maiden ou Gene Love Jezebel que catapultaram os Jarojupe para atuações além fronteiras.
Concretizava-se, assim, a atuação da primeira banda portuguesa no bar que deu a conhecer os Beatles ao mundo, o CavernClub, em Liverpool. O concerto foi dado no âmbito do Lovegeist Festival que trouxe algumas das mais notórias bandas europeias como os gigantes britânicos The Rolling Stones
O primeiro álbum, “I Need A Dream To Live”, foi editado em 1981 e em 1985 lançaram o single “Pecado Mortal”. Foram para Madrid no ano seguinte onde ficaram durante quatro anos.
Em maio de 1993 atuaram ao vivo na Gartejo onde gravaram o álbum “Jarojupe ao Vivo, Lisboa/Gartejo” que foi editado em 1995 com distribuição da Polygram. O disco “+ Perto” foi editado em 1997. Neste disco participaram o baterista Francisco Cardoso, o percussionista Pancho Tarabbia e o guitarrista de flamenco Cuchus Pimentel. Em 2000 foi lançado o álbum “Coragem”., seguindo-se outros trabalhos sendo o último vídeo clip da banda,” OCEANO NOX”, inserido no último EP 2016 “A force of nature” Oceono Nox em 2016.
A banda atualmente é composta por Jaime Parente, Juca Parente e Pedro Parente, João Almeida, Luís Pereira e o Carlos (Bataca).
Associação Cap Magellan – Fundada em Paris a 24 de Novembro de 1991, a CAP MAGELLAN é uma associação composta maioritariamente por jovens franceses, lusodescendentes ou lusófilos, estudantes, alunos ou assalariados, tendo por objetivo a promoção do intercâmbio entre a França, Portugal e os países de língua portuguesa.
Pela natureza dos seus projetos e o perfil dos seus membros, a CAP MAGELLAN é a primeira associação do género em França e a principal associação de jovens lusófonos ou lusófilos na Europa.
Associação pioneira, deseja chamar a atenção para as vantagens de uma cultura e de uma língua internacional no seio de uma sociedade em plena mutação, virada para o futuro e para a Europa. Neste âmbito, a CAP MAGELLAN participa ativamente na vida da comunidade portuguesa e lusófona de França.
Do mesmo modo, assume um papel ativo no desenvolvimento das relações entre a França e Portugal mas também outros países de língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor, nos domínios da juventude, dos intercâmbios, da cultura e da cidadania.
Reunindo os jovens, assume o papel de informar, organizar, orientar e defender os valores cívicos e republicanos, desenvolvendo uma dupla cultura capaz de participar na expansão de projetos e na realização das pessoas.
























