Segundo período arranca com greve dos professores
28 Dezembro 2022, 10:33
Greve "por tempo indeterminado" volta a carga e o sindicato STOP entregou pré-avisos para todo o mês de janeiro.
No dia 14 de janeiro há mesmo uma marcha marcada para Lisboa.
“Vamos encher Lisboa. Fomos 25 mil [na manifestação de 17 de dezembro], mas agora vamos ser muito mais. Vai ser algo inédito, e, mais uma vez, em defesa da escola pública, por nós, pelos nossos alunos e pelo pessoal não docente, já que esta luta tem de ser de todos”, referiu à imprensa André Pestana, presidente do sindicato.
O presidente do STOP sublinhou que “não se trata de uma luta corporativa, mas sim uma luta pelo país, porque a escola pública de qualidade é um desígnio nacional e estamos a exigir justiça e respeito para todos os profissionais da educação, não esquecendo ninguém”.
Questões como a possibilidade de os diretores poderem escolher professores sem terem em conta a graduação profissional, a ausência de contagem de tempo de serviço que esteve congelado, as cotas de acesso aos 5.º e 7.º escalões e a penalização na aposentação após 36 anos de serviço são alguns dos temas em discussão.
“Existe também a questão da precariedade dos professores contratados e o aumento salarial, já que os docentes perderam 20% do poder de compra desde 2009”, referiu Pestana.





















