IPVC: ´Economia do mar é uma oportunidade de afirmação para o Politécnico de Viana do Castelo`
14 Janeiro 2023, 1:29
O secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, marcou presença na “Conferência Mar: Energia e Sustentabilidade”, que decorreu na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESTG-IPVC).
A iniciativa inseriu-se no ciclo de conferências “Water Design Views | Blue Design Alliance”, copromovida pelo IPVC e por outras instituições de Ensino Superior, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
“O IPVC tem de estar atento e acompanhar toda a dinâmica em torno da economia do mar, de forma a ser uma mais-valia para a sua implementação e consolidação no concelho e na região, mas também para nos diferenciarmos e afirmarmos enquanto instituição de Ensino Superior”, destacou o presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, na “Conferência Mar: Energia e Sustentabilidade”, que decorreu esta manhã, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Politécnico de Viana do Castelo (ESTG-IPVC).
Na mesma linha de pensamento, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, recordou a possibilidade de vir a ser instalado em Viana do Castelo o Centro Internacional de Investigação de toda a atividade do mar.
“Esta seria uma grande oportunidade e temos de fazer acontecer. Aliás, temos de nos sentir privilegiados porque temos parceiros já a trabalhar no futuro”, afirmou Luís Nobre, salientando, ainda, a expressiva cultura do mar existente no concelho de Viana do Castelo, que poderá sair beneficiada pelas 12 atividades ligadas ao setor que se perspetiva que venham a surgir a curto prazo e que poderão estar relacionadas à metalomecânica, indústria naval e porto de mar.
Economia do mar representa 5% do PIB, 4,9% do emprego e também 5% das exportações
Profundo conhecedor do setor, o secretário de Estado do Mar falou de uma área estratégica que tem sido acompanhada pelas instituições de conhecimento e que representa hoje cerca de 5% do PIB, 4,9% do emprego e também cerca de 5% das exportações.
“A economia do mar tem já um peso relevante, mas poderá crescer mais”. E traçou, por isso, os próximos objetivos: colocar o mar na agenda internacional, apostar nas energias renováveis e tecnologias oceânicas e infraestruturar uma economia azul sustentável.
De “grande ambição” será também “colocar Portugal numa posição de liderança internacional, tendo em conta a vasta área de soberania ou jurisdição nacional e o posicionamento da comunidade científica, tecnológica e de inovação já existentes”, rematou o secretário de Estado do Mar.





















