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Socialistas do Alto Minho celebraram Abril e os 50 anos do PS

Rádio Alto Minho

01 Maio 2023, 9:20

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“Este é um partido que se põe ao lado dos oprimidos e dos mais frágeis. Temos de proteger esta  herança”, indicou Vitor Paulo Pereira, líder da Federação Distrital de Viana do Castelo, do Partido  Socialista, recuperando também papel dos fundadores, bem como dos capitães de Abril. 

No jantar comemorativo do 49º aniversário do 25 de Abril e dos 50 anos do PS, promovido pela  concelhia de Ponte de Lima, Vitor Paulo Pereira defendeu que “este não é apenas um partido  de pessoas. É energia que vem dos fundadores”, recuperando que estes, quando há 50 anos  fundaram o Partido Socialista na Alemanha, “também lhes diziam que não havia soluções. E  mesmo nas condições mais adversas conseguiram resistir e lutar pelos seus ideias”. 

O líder da Federação Distrital de Viana do Castelo traçou o paralelo com os militantes de Ponte  de Lima: “demonstram que amam a liberdade, porque lutar nos territórios hostis é bem mais  difícil. Assim se vê a fibra dos verdadeiros socialistas”, sublinhou Vitor Paulo Pereira perante  uma assistência de perto de uma centena de militantes, entre os quais Ana Catarina Mendes,  Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, João Paulo Correia, Secretário de Estado da  Juventude e do Desporto, deputados pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo e autarcas do  distrito.  

O líder federativo incentivou os militantes limianos à luta, apontando também como exemplo  os capitães de Abril. “Nunca se esqueçam que, naquele dia, eles também se despediram da  família sem saber o desfecho. Mesmo nas condições mais adversas também escolheram a  liberdade”, recordou Vitor Paulo Pereira, para quem “lutar pela liberdade e pela democracia é  um exemplo dos militares de Abril”, concluiu. 

“União e menos erros” 

Também Ana Catarina Mendes defendeu que o “exemplo e a coragem” dos militantes de Ponte  de Lima devem ser aplaudidos: “não há nenhum dia em que me levante e não me recorde  daqueles que fizeram para estarmos aqui hoje. Foram também os anónimos do 25 de Abril que  lutaram pelo que acreditaram. E se não fossem todos os anónimos, não poderíamos hoje  celebrar o PS e ser governo”. 

Esta militante de há 32 anos recorda que ingressou no Partido Socialista pelos exemplos de  Soares e Sampaio, recuperando também que “a história se faz do sucesso e insucesso. Hoje o PS  tem uma enorme responsabilidade na sociedade portuguesa. Se o PS continuar a atacar-se a si  próprio em vez de se unir, não será o Partido Socialista que continuará a dar as oportunidades”,  concluindo que é necessário “mais desenvolvimento, mais solidariedade e menos erros”. 

Por sua vez, o líder da concelhia de Ponte de Lima recordou que o PS “sempre esteve ao lado  dos portugueses”. Acácio Fernandes recordou os tempos da pandemia, para sustentar que “os  portugueses devem ter orgulho na governação dos Partido Socialista”, reforçando com as  conquistas que o Alto Minho fez nos últimos anos e que “determinam o bem-estar e qualidade  de vida destas populações”. 

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