Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo ‘instala-se’ em Coura
25 Setembro 2023, 8:58
A CPBC, fundada em 1998 por Vasco Wellenkamp e Graça Barroso, foi criada como uma Companhia de Repertório original, na linha técnica e estética do Ballet Gulbenkian.
A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo vai instalar-se por estes dias em Paredes de Coura, para apresentação de duas obras: ‘AmarAmália’, de Vasco Wellenkamp, na próxima sexta-feira, 29 de setembro (22h00), e ‘Pic Nic’, de Cláudia Sampaio, no programa família a 1 de outubro (15h30), bem como o workshop de dança para crianças/jovens, no sábado, 30 de setembro, sempre no Centro Cultural. Por sua vez, ‘Pic Nic’ como espetáculo de dança contemporânea será também apresentado na quinta-feira, dia 28, nos Jardins de Infância e 1º e 2º ano do Primeiro Ciclo
Uma oportunidade única para ver uma das melhores companhias de bailado contemporâneo, ao ponto do ‘AmarAmália’, em 2004, ter sido considerada pelo prestigiado jornal New York Times “entre o que melhor se viu na temporada”, da mesma forma que venceu o prémio do público para melhor espetáculo de dança na Holanda com ‘Fado, Ritual e Sombras’.
Por sua vez, em 2011, três dos bailarinos da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo integraram a lista dos cem melhores bailarinos do mundo por um Júri Internacional reunido em Londres, sublinhando a excelência de uma companhia que desde a sua fundação tem atuado não só por todo o país, mas também na programação de vários teatros internacionais, tais como no Brasil, Itália, Espanha, Áustria, Alemanha, Luxemburgo, EUA, China, Israel, Holanda e Coreia do Sul.
Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo
A CPBC, fundada em 1998 por Vasco Wellenkamp e Graça Barroso, foi criada como uma Companhia de Repertório original, na linha técnica e estética do Ballet Gulbenkian. Até ao presente, estreou mais de oitenta obras. Desde a sua fundação tem atuado não só por todo o país, mas também na programação de vários teatros internacionais, tais como: Brasil; Itália; Espanha; Áustria; Alemanha; Luxemburgo; EUA; China; Israel; Holanda e Coreia do Sul.
Foi considerada pelo New York Times “entre o que melhor se viu esta temporada” no ano de 2004, com a peça AmarAmália; venceu o prémio do público para melhor espetáculo de dança na Holanda com Fado, Ritual e Sombras e em 2011, três dos seus bailarinos integraram a lista dos cem melhores bailarinos do mundo por um Júri Internacional reunido em Londres.





















